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Tempo Real

FGV: redução de impostos alivia inflação ao consumidor

Atacado, porém, pressiona IGP-10

Por Estadão Conteúdo

18/07/2022 | 13:35 Atualização: 18/07/2022 | 12:39

Preços de diversos itens dispararam com aumento da inflação e, para fechar as contas, especialistas pregam planejamento financeiro – Foto: REUTERS/Pilar Olivares
Preços de diversos itens dispararam com aumento da inflação e, para fechar as contas, especialistas pregam planejamento financeiro – Foto: REUTERS/Pilar Olivares

Por Vinicius Neder – A redução dos impostos sobre a conta de luz e os combustíveis ajudou a aliviar a inflação ao consumidor na passagem de junho para julho, mas o encarecimento do óleo diesel e dos alimentos no atacado seguiu pressionando a leitura deste mês do Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10). Conforme os dados divulgados hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IGP-10 subiu 0,60% em julho, acima do teto das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast.

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As principais pressões de alta vieram do atacado. A elevação de 0,57% no IPA-10 de julho, uma aceleração ante o 0,47% de junho, foi puxada pelos preços de alimentos e combustíveis. “A inflação ao produtor avançou sob influência dos preços dos alimentos e dos combustíveis. Entre os alimentos, o leite industrializado foi o destaque registrando alta de 16,30%. Já entre os combustíveis, o destaque foi do diesel, com alta de 10,91%”, diz a nota da FGV.

O quadro só não foi pior porque os preços de matérias-primas importantes para o IPA-10 recuaram na leitura de julho. “A aceleração do IPA não foi mais intensa dada a queda dos preços de commodities importantes. Minério de ferro (de -2,86% para -5,93%), milho (de -0,31 para -3,31%) e algodão (de 6,32% para -9,15%) registraram recuos em suas cotações diante do risco de recessão global”, continua a nota da FGV. A soja em grão também ficou mais barata, com queda de 0,78% no IPA-10 de julho.

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Apesar da alta do óleo diesel no atacado, os preços ao consumidor dos combustíveis – com recuos de 1,49% na gasolina e de 7,57% no etanol – e da energia elétrica – queda de 1,45% – ficaram mais baratos, refletindo “parcialmente a redução do ICMS em seus números”, segundo a FGV. A redução de tributos federais e uma intervenção para reduzir o ICMS, principal tributo estadual, tem sido um dos focos das ações do governo Jair Bolsonaro para conter a escalada dos preços de combustíveis.

O alívio nos preços do combustíveis e também na conta de luz foi determinante para o IPC-10 desacelerar para 0,42% na leitura de julho, vindo de uma alta de 0,72% em junho. Conforme a FGV, sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação: Transportes (0,45% para -0,41%), Educação, Leitura e Recreação (3,15% para 1,52%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,84% para 0,24%), Vestuário (1,83% para 0,80%), Comunicação (-0,25% para -0,79%), Despesas Diversas (0,66% para 0,22%) e Habitação (0,13% para 0,07%).

O alívio só não foi maior por causa dos preços dos alimentos, cuja pressão já passa do atacado para a varejo. No IPC-10, o grupo Alimentação acelerou de 0,42% em junho para 1,48% em julho. Assim como havia ocorrido no IPA-10, os preços associados ao leite foram destaque nas pressões de alta. Segundo a FGV, “a maior influência” na aceleração do grupo Alimentação do IPC-10 “partiu do item laticínios, cuja taxa passou de 3,94% para 8,81%”. Apenas o leite longa vida ficou 16,74% mais caro na leitura de julho, ante alta de 5,45% em junho.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), também componente do IGP, arrefeceu para 1,26% em julho, ante um salto de 3,29% em junho. Segundo a FGV, os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de junho para julho: Materiais e Equipamentos (1,66% para 0,94%), Serviços (0,69% para 0,59%) e Mão de Obra (5,30% para 1,67%).

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