No mesmo documento, elevou a estimativa de Ebitda da Marfrig (MRFG3) com a exclusão dos resultados da BRF em 7%, para R$ 904 milhões. “Acreditamos que há um melhor risco-recompensa na Marfrig e reiteramos nossa classificação de compra para as ações, pois continuamos a ver um caminho claro de desalavancagem ao longo dos próximos dois anos”, disse.
No relatório, o Goldman Sachs diz enxergar tendências favoráveis para o frango no Brasil, por uma combinação de demanda sólida, oferta limitada e perspectivas de outra boa safra doméstica, o que tende a favorecer a BRF. Além disso, embora espere aperto nas margens para exportação, acredita que as limitações de oferta no mercado global e interno podem mais do que compensar isso.
Sobre a Marfrig, o Goldman Sachs cita que a redução na alavancagem será impulsionada pelo desempenho da BRF, que deve operar em 2025 confortavelmente acima de seu ponto de equilíbrio, assim como por resultados melhores do que o esperado para a National Beef e o poder de precificação estruturalmente maior dentro de seu portfólio simplificado na América do Sul.