“Acreditamos que atingir a meta de produção de 2024 definida no relatório de certificação de reservas é um desafio e pode levar a novas revisões negativas”, escrevem os analistas Bruno Amorim, João Frizo e Guilherme Costa Martins.
O banco estima que o fluxo de caixa livre (FCF) da 3R em 2024 e 2025 será o mais baixo entre as petrolíferas juniores sob sua cobertura, ainda que o FCF deva se regularizar em 2026. Os analistas apontaram ainda que, nos próximos dois anos, a 3R negociará em 4,5 e 2,8 vezes, respectivamente, o valor da empresa pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, o Ebitda (EV/Ebitda), 68% acima da média das petrolíferas juniores para 2024 e 22% acima da média para 2025.
O preço-alvo foi reduzido de R$ 38,50 para R$ 31,10, potencial desvalorização de 3,1% em relação ao fechamento de sexta (24).