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Ibovespa volta a fechar acima dos 145 mil pontos após petróleo saltar 5% com sanções dos EUA à Rússia

Alta das commodities e melhora nas expectativas para a inflação deram fôlego ao Ibovespa. Veja como o índice reagiu nesta quinta (23)

Por Camilly Rosaboni e Beatriz Rocha

23/10/2025 | 7:58 Atualização: 23/10/2025 | 17:43

Petróleo dispara com sanções dos EUA à Rússia, e Lula sobe tom sobre protecionismo; os destaques do Ibovespa hoje. (Foto: Adobe Stock)
Petróleo dispara com sanções dos EUA à Rússia, e Lula sobe tom sobre protecionismo; os destaques do Ibovespa hoje. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em alta de 0,59%, aos 145.720,98 pontos, maior nível desde 30 de setembro. As atenções do mercado nesta quinta-feira (23) estiveram no impulso do petróleo, após novas sanções dos EUA à Rússia, enquanto a agenda trouxe números da arrecadação federal de setembro.

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O sinal positivo das bolsas americanas também contribuiu para a alta do IBOV. “O avanço do petróleo (5,62% no WTI) beneficiou as ações da Petrobras e o Ibovespa andou por conta disso”, pontua Kevin Oliveira, sócio e advisor da Blue3. A alta de 0,39% no preço do minério de ferro na China foi outro fator que ajudou.

A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 216,727 bilhões em setembro, pouco abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de R$ 217,400 bilhões. O montante arrecadado no mês passado foi o maior para o período desde o ano 2000.

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Segundo Oliveira, apesar do resultado recorde na arrecadação de setembro, isso não surpreende o mercado, em meio a algumas alternativas do governo para elevar receitas, como o aumento do IOF. “Não há indicação de cumprimento fiscal por parte do governo”, disse.

Neste sentido, chamaram a atenção as afirmações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, em Jacarta. Lula mais uma vez elevou o tom com críticas ao protecionismo e propôs comércio em moeda nacional com a Indonésia.

Já Galípolo afirmou que as expectativas de inflação ainda estão fora da meta, mas que há um processo de desaceleração dos preços. Segundo ele, o cenário atual demanda que a taxa de juros permaneça em um nível elevado e restritivo por um período prolongado.

De fato, no Focus, a mediana das estimativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem arrefecido, o que tem levado a reduções nas previsões por alguns departamentos econômicos, mas ainda assim as estimativas permanecem acima do teto da meta de 4,50%. É o que deve mostrar o IPCA-15 de outubro, que será informado na sexta-feira (24).

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A estimativa para o dado mensal tende a arrefecer de 0,48% para 0,24%, mas a taxa acumulada em 12 meses ficar em 5%, indica a pesquisa feita pelo Projeções Broadcast. Divulgado nesta quinta-feira, o IPC-S desacelerou a 0,19% na terceira quadrissemana de outubro, após alta de 0,45% na leitura anterior, conforme a Fundação Getulio Vargas (FGV).

“Seja como for os números de hoje são um bom sinal e devem reforçar uma leitura mais benigna para juros no curto prazo sem, com isso, dizer corte da Selic efetivamente”, avalia em nota o economista André Perfeito.

No câmbio, o dólar hoje fechou em alta ante outras moedas de economias desenvolvidas, mas recuou ante o real (-0,2%), a R$ 5,3861 na venda.

Ibovespa hoje: os principais assuntos do mercado de ações nesta quinta (23)

Sanções americanas provocam disparada do petróleo

Os contratos futuros do petróleo dispararam após os Estados Unidos anunciarem sanções às petrolíferas russas Rosneft e Lukoil, o que intensificou as preocupações com a oferta do petróleo.

Segundo apurou o Estadão, a ofensiva americana vem como resposta ao presidente russo, Vladimir Putin, depois de ele resistir ao encerramento da guerra na Ucrânia. Enquanto adia as negociações, o líder russo busca ampliar seu controle territorial e, assim, fortalecer sua posição em um eventual acordo.

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Ao anunciar as sanções de ontem, os Estados Unidos alertaram que países ou empresas que adquirirem petróleo russo também poderão ser alvo das medidas punitivas.

  • Leia mais: Como o movimento do petróleo afeta a Petrobras

Bolsas globais sobem atentas a sanções

As sanções dos EUA contra as petrolíferas russas Rosneft e Lukoil intensificaram preocupações com a oferta do petróleo. Já a expectativa de encontro entre EUA e China sobre comércio trouxe algum alívio.

O vice-premiê chinês He Lifeng vai se reunir com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na Malásia, entre sexta-feira (24) e segunda-feira (27), durante a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean).

Na Europa, as Bolsas fecharam em alta, enquanto investidores acompanharam a divulgação de resultados corporativos. A Kering se destacou ao saltar 8,4% em Paris, depois da gigante do setor de luxo divulgar receita acima do esperado. Na ponta negativa, contudo, a Renault caiu 2,95% e o Carrefour recuou 3,75%, depois de desagradarem em projeções para o ano.

Os mercados de Nova York subiram. Nasdaq avançou 0,89%, enquanto Dow Jones e S&P 500 registraram ganhos de 0,31% e 0,58%, respectivamente.

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Os juros dos Treasuries (títulos da dívida estadunidense) interromperam três dias de perdas e subiram, com investidores atentos a dados econômicos e às tratativas para pôr fim ao shutdown do governo americano, que completou 23 dias. O líder da minoria na Câmara dos EUA, Hakeem Jeffries, disse esperar que a paralisação do governo seja resolvida até o final de outubro.

Agenda econômica do dia

O impulso do petróleo nesta quinta-feira (23) chamou a atenção do mercado após novas sanções dos EUA à Rússia. No Brasil, a confirmação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre disputar um quarto mandato e o resultado da arrecadação federal de setembro fizeram preço no Ibovespa hoje.

Ainda na agenda econômica hoje, o Tesouro fez leilões de venda de títulos prefixados Letras do Tesouro Nacional (LTN, títulos prefixados) e Nota do Tesouro Nacional série F (NTN-F, título de renda fixa).

Nos EUA, a divulgação do índice de atividade nacional referente a setembro, elaborado pelo Federal Reserve (Fed) de Chicago, foi adiada por conta da paralisação do governo Trump, informou a instituição nesta quinta-feira. A distrital mencionou que o índice incorpora uma série de dados de agências governamentais, cuja publicação foi postergada devido ao shutdown. “Após a reabertura do governo federal, o Fed de Chicago anunciará uma data de publicação para o índice”, acrescentou.

As vendas de moradias usadas nos Estados Unidos subiram 1,5% em setembro ante agosto, para o ritmo anual sazonalmente ajustado de 4,06 milhões de unidades, segundo pesquisa da Associação Nacional de Corretoras (NAR, na sigla em inglês) divulgada nesta quinta-feira. O resultado, porém, ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam alta de 1,8% no período.

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Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Maria Regina Silva, Silvana Rocha e Luciana Xavier, do Broadcast

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