Para o banco, esses projetos “estão em estágios muito iniciais e ainda deverão passar por diversas análises de viabilidade técnico-econômica e ambiental antes de estarem maduros o suficiente para serem considerados uma proposta concreta de investimento”. Os analistas Monique Greco, Bruna Amorim e Eric de Mello acreditam que é improvável que eles sejam incluídos no próximo plano estratégico da Petrobras (2024-2028), a ser anunciado em novembro.
“Nossas estimativas preliminares para o novo plano de investimentos de cinco anos usam o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) como referência e começam em cerca de US$ 86 bilhões de dólares, um aumento de 11% em relação ao plano estratégico atual”, dizem. Essa estimativa não leva em conta projetos com fertilizantes, petroquímica ou energias renováveis.