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Juros fecham em alta com cenário fiscal e pressão do dólar no radar

O movimento relacionado às posições de investidores estrangeiros explica a disparada das taxas longas

Por Denise Abarca

20/09/2024 | 18:15 Atualização: 20/09/2024 | 18:15

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Após já terem engatado alta firme ontem, os juros futuros continuaram subindo de forma expressiva nesta sexta-feira (20), refletindo, em boa medida, ajustes técnicos relacionados à zeragem de posições aplicadas de investidores estrangeiros, o que explica especialmente a disparada das taxas longas.

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A volta do dólar a R$ 5,50 pesou sobre a curva, assim como a apreensão com o cenário fiscal escalou antes da divulgação do relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, esperado para ainda hoje, e o exterior não ajudou. Para piorar o clima negativo, o sindicato dos servidores do IBGE divulgou uma nota denunciando “comportamento autoritário” do presidente do instituto, Marcio Pochmann.

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 estava em 12,15%, de 12,04% ontem no ajuste, e o DI para janeiro de 2027 tinha taxa de 12,21%, ante 12,01% ontem no ajuste. A taxa do DI para janeiro de 2029 subia de 12,09% para 12,31%.

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No balanço da semana, as taxas acumularam alta expressiva, mas as longas ainda em maior magnitude, conferindo à curva ganho de inclinação, mesmo com o comunicado “hawkish” do Comitê de Política Monetária (Copom) estimulando apostas pesadas no ciclo de aperto monetário.

Se ontem o ajuste ao Copom penalizou principalmente a ponta curta dos DIs, hoje o destaque foram os vencimentos longos, que nas máximas chegaram a abrir mais de 30 pontos no começo da tarde, aparentemente o momento do pico do movimento de stop loss. O trecho longo é a área de maior interesse dos não-residentes e teve hoje giro de contratos acima da média diária padrão. “O problema hoje parece ter sido muito mais de fluxo, com estrangeiros sendo forçados a um ajuste, do que fundamentos”, afirma o economista-chefe da Terra Investimentos, João Mauricio Rosal.

Houve ainda cautela antes da divulgação do relatório bimestral. Diante das dificuldades recentes do governo em conseguir receitas e controlar despesas, a expectativa é por um novo contingenciamento e/ou bloqueio de recursos que possa manter viva a possibilidade de cumprimento dos objetivos do arcabouço.

“A perspectiva é de reavaliação mais para baixo das receitas e o crescimento dos gastos realmente está mais forte do que o esperado. Há ainda uma especulação de que mais gastos vão ser excluídos da meta”, afirma o economista-chefe e sócio da JF Trust, Eduardo Velho. Segundo ele, o mercado vê como crescente a probabilidade da dominância fiscal na política econômica, o que contribui para a alta dos juros.

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Variável monitorada de perto por seu impacto nos modelos de inflação, o dólar, após uma sequência de sete sessões em queda, hoje passou por uma realização de lucros e subiu para além dos R$ 5,50, fechando em R$ 5,5209, sendo outro fator a ajudar a estressar a curva.

As máximas da sessão coincidiram com a divulgação, no início da tarde, da nota do sindicato nacional dos servidores do IBGE, refletindo os temores do mercado de ingerência e heterodoxia dentro do principal órgão de estatísticas públicas do país. No texto, o sindicato convoca trabalhadores a aderirem a um ato de protesto “contra as medidas autoritárias” de Marcio Pochmann. O sindicato pede diálogo do presidente com os servidores em relação às diversas alterações em curso no Instituto. Segundo apurou o Broadcast junto a fontes, coordenadores e gerentes do IBGE teriam manifestado preocupação com medidas tomadas por Pochmann e enviado carta ao conselho diretor, assim como as ministras Esther Dweck (Gestão) e Simone Tebet (Planejamento) também teriam sido notificadas.

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