O Mercado Livre (MELI34) registrou lucro líquido de US$ 559 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 12,5% na comparação com igual período de 2024, segundo balanço divulgado há pouco.
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O Mercado Livre (MELI34) registrou lucro líquido de US$ 559 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 12,5% na comparação com igual período de 2024, segundo balanço divulgado há pouco.
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A receita líquida somou US$ 8,8 bilhões no período, avanço de 45% na mesma base de comparação. O lucro operacional alcançou US$ 889 milhões, com margem de 10,1%. No acumulado de 2025, o lucro líquido atingiu US$ 2 bilhões, com margem de 6,9%, enquanto a receita totalizou US$ 28,9 bilhões, alta de 39% sobre 2024.
No segmento de e-commerce, o volume bruto de mercadorias (GMV) chegou a US$ 19,9 bilhões no quarto trimestre, alta de 37% em dólares na comparação anual. O número de compradores únicos superou 83 milhões, avanço de 24%, enquanto os itens vendidos somaram 752 milhões, crescimento de 43%.
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Aproximadamente 75% das entregas rápidas foram realizadas em até 48 horas. O desempenho foi consistente nos principais mercados. No Brasil, o GMV em moeda constante (FXN) cresceu 35% no trimestre, com expansão de 45% no número de itens vendidos. No México, o GMV FXN avançou 35%, também com alta de 45% nos itens vendidos. Já na Argentina, o GMV FXN subiu 42%, enquanto os itens vendidos cresceram 36%.
Segundo o diretor financeiro (CFO) do Mercado Livre, Martin de los Santos, a companhia encerrou 2025 com “desempenho excepcional”, ganhando participação de mercado e alcançando notas recordes no Net Promoter Score no Brasil, no México, na Argentina e no Chile.
“Ao mantermos uma abordagem ousada, porém disciplinada, em relação aos investimentos, estamos fortalecendo nossas vantagens competitivas, mantendo nossa liderança no e-commerce e promovendo a inclusão financeira em toda a região”, disse o executivo.
Na frente financeira, a receita do Mercado Pago somou US$ 3,8 bilhões no quarto trimestre, alta de 51% em dólares. O número de usuários ativos mensais chegou a cerca de 78 milhões, crescimento de 27%.
Os ativos sob gestão (AUM) atingiram US$ 18,8 bilhões, avanço de 78%, enquanto a carteira de crédito alcançou US$ 12,5 bilhões, expansão de 90%. A inadimplência entre 15 e 90 dias no cartão de crédito ficou em 4,4%, mínima histórica.
O volume total de pagamentos (TPV) atingiu US$ 83,7 bilhões no trimestre, alta de 42%, e o total de transações somou 4,5 bilhões, avanço de 36%. No período, foram emitidos 2,8 milhões de cartões de crédito.
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A companhia também informou que Ariel Szarfsztejn assumiu oficialmente o cargo de CEO em 1º de janeiro de 2026, concluindo a transição anunciada em maio do ano passado.
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