O cobre fechou sem tendência única, em meio ao arrefecimento das preocupações sobre oferta no Peru, segundo maior produtor global do mundo.
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A sessão foi marcada por cautela em Wall Street, à medida que investidores reduzem apostas por alta de juros nos Estados Unidos.
Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para março fechou em baixa de 1,10%, a US$ 4,0355 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do cobre para três meses avançava 0,08% por volta de 15h30 (de Brasília), a US$ 8.914,00.
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Mineradoras do Peru estão mantendo produção do cobre em níveis normais ou próximos da normalidade, apesar dos bloqueios de estradas, ataques e protestos registrados nos últimos dois meses, informou hoje uma reportagem da Reuters. A normalização da produção no Peru, segundo maior produtor global da commodity, indica que a oferta do metal pode se estabilizar. Previsões anteriores de que os protestos causariam gargalos na produção da commodity ajudaram a impulsionar o preço do cobre em outros pregões, aponta a ANZ Research.
Mais cedo, o metal chegou a operar em alta, enquanto investidores digeriam declarações do presidente do Fed, afirmou o Commodity Research Group ao Wall Street Journal.
Preços do alumínio também caíram, seguindo notícias de que os Estados Unidos estão planejando tarifar o metal russo em 200%. Ainda no noticiário de hoje, a mineradora Anglo American anunciou a compra de uma participação minoritária (9,9%) da Canadá Nickel, no valor de 22,6 milhões de dólar canadense (US$ 16,9 milhões), como parte das iniciativas da companhia para aumentar sua oferta de níquel.
Entre outros metais negociados na LME sob mesmo vencimento, no começo da tarde, a tonelada do alumínio baixava 1,87%, a US$ 2.487,00; a do chumbo subia 0,88%, a US$ 2.130,00; a do níquel cedia 0,34%, a US$ 27.450,00; a do estanho avançava 1,05%, a US$ 27.550,00; e a do zinco tinha queda de 1,80%, a US$ 3.139,00.
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*Com informações da Dow Jones Newswires