O cobre para março fechou em queda de 1,12%, a US$ 4,1970 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O cobre para três meses era negociado em baixa de 0,14%, a US$ 9.059,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), por volta das 15h05 (de Brasília). Na semana, houve alta de 0,02% e queda de 0,57%, respectivamente.
Nos planos econômicos da China, a Capital Economics avalia que é difícil dizer o que as mudanças anunciadas pelo governo significarão na prática. “A leitura completa sugere que a liderança ainda vê a fraqueza do consumo como, em parte, um problema do lado da oferta – ou seja, que os consumidores não têm formas suficientes de gastar o seu dinheiro”, aponta. Além de mais lançamentos de produtos, apela ao desenvolvimento das indústrias culturais e turísticas, dos esportes de inverno e de bens e serviços destinados aos idosos. “Como argumentamos anteriormente, pensamos que isto diagnostica mal o problema e incentiva as autoridades locais a investir na expansão da capacidade destas indústrias em vez de apoiarem diretamente as famílias”, indica a consultoria.
Os participantes dos mercados de metais básicos também estarão atentos aos números da produção chinesa durante os próximos meses, aponta o Commerzbank. O mercado de cobre está com excesso de oferta, entre outras coisas, porque a produção chinesa de cobre nos primeiros nove meses foi 5,5% superior à do período correspondente do ano anterior. Contudo, a crescente escassez de minério de cobre e a queda das taxas de processamento abrandaram recentemente a produção: em outubro, a produção de cobre ficou abaixo do nível do ano anterior. Se a queda homóloga se repetir em novembro, isto deverá apoiar o preço do cobre, avalia.
No mesmo horário, a tonelada do alumínio subia 0,46%, a US$ 2.616,00. A do estanho caía 1,44%, a US$ 29.015,00. A do zinco tinha alta de 0,28%, a US$ 3.089,00. A tonelada do chumbo tinha alta de 0,67% a US$ 2.014,50. E o níquel tinha baixa de 1,92%, a US$ 15.830,00.