Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para julho encerrou os negócios com alta de 0,74%, a US$ 3,5880 por libra-peso. Já na London Metal Exchange (LME), por volta das 14h00 (de Brasília), o cobre para três meses avançava 0,87%, a US$ 7.960,00 por tonelada.
Para o ANZ, apesar dos riscos para os preços, que envolvem desde a alta na produção à liberação de toneladas de cobre da República Democrática do Congo no mercado, as perspectivas continuam positivas. “Esperamos que o crescimento da demanda global atinja 4,1% este ano, à medida que o investimento na transição energética acelera”, diz o banco.
Enquanto isso, os supervisores da mina de Centinela, no Chile, pertencente à Antofagasta, aceitaram um novo contrato coletivo, evitando assim uma greve na jazida de cobre, informou o sindicato. Na segunda-feira, a união de trabalhadores e a empresa concordaram em estender um processo de mediação por alguns dias para tentar chegar a uma solução, após o fracasso das negociações formais.
Entre outros metais negociados na LME, também no horário citado acima, a tonelada do alumínio avançava 0,41%, a US$ 2.215,00; a do níquel tinha alta de 1,93%, a US$ 21.155,00 ; a do estanho tinha ganho de 1,93%, a US$ 24.620,00; a do zinco operava em queda de 1,74%, a US$ 2.255,00; e a do chumbo registrava alta de 0,83%, a US$ 2.061,50.