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Metais: cobre fecha em baixa, com dólar forte após Fed

Na Comex, o cobre com entrega prevista para dezembro fechou em baixa de 1,20%, a US$ 3,4270 por libra-peso

Metais: cobre fecha em baixa, com dólar forte após Fed
Cabos de cobre curvos de gordura dobrados. Foto: Envato Elemets

O cobre fechou em baixa nesta quinta-feira (03), pressionado por um dólar forte em comparação com rivais e o reforço do compromisso de autoridades sanitárias da China com a política de covid-zero.

Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para dezembro fechou em baixa de 1,20%, a US$ 3,4270 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), por volta de 14h35 (de Brasília), a tonelada do cobre para três meses cedia 0,94%, a US$ 7.568,50.

Decisão monetária do Federal Reserve (Fed) ontem, bem como sinalizações hawkish do presidente Jerome Powell, pesaram sobre ativos de risco e deram força ao dólar – o que por sua vez tende a encarecer commodities cotadas na divisa americana, enfraquecendo a demanda por elas.

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Além do câmbio, o cobre foi pressionado por comunicado da Comissão Nacional de Saúde (NHC, na sigla em inglês) da China, que reiterou a continuação da política de covid-zero no país. A informação contraria especulações em redes sociais chinesas sobre um comitê que estaria sendo criado para substituir a estratégia rígida contra a doença por uma política mais branda.

Em relatório trimestral sobre o mercado de metais, a Sucden Financial diz que a demanda global por cobre seguirá baixa em meio à resposta dura de Pequim contra a covid-19 e a desaceleração da economia dos EUA e da Europa.

É possível que metais básicos voltem a ter um rali se o Fed alterar sua postura em prol de um aperto monetário ocorra antes do previsto, diz. Tal movimento enfraqueceria o dólar e impulsionaria ativos de risco, de acordo com a casa, que tem como meta para o cobre o preço de US$ 6,5 mil por tonelada.

Entre outros metais negociados na LME sob mesmo vencimento, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 0,69%, a US$ 2.265,50; a do chumbo avançava 0,35%, a US$ 2.002,00; a do níquel despencava 5,35%, a US$ 22.725,00; a do estanho tinha queda de 1,67%, a US$ 17.700,00; e a do zinco cedia 1,66%, a US$ 2.718,50.

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