No fim da tarde em Nova York, o dólar subia a 157,72 ienes, o euro avançava a US$ 1,0733 e a libra tinha alta a US$ 1,2704. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrou baixa de 0,22%, a 105,320 pontos.
O dólar ganhou algum impulso, junto com os juros dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano), após o índice Empire State de atividade industrial, que mede as condições da manufatura no Estado de Nova York, avançar de -15,6 em maio a -6,0 em junho, ante previsão de -8,4 dos analistas ouvidos pela FactSet. Ao avaliar os subíndices do indicador, o BMO Capital considerou que ele não teve sentido único, em quadro “misto” nessa visão preliminar sobre o sentimento no mês atual.
Entre dirigentes do Fed, Harker disse que, em seu cenário atual, pode haver um corte de juros ainda neste ano. Mas a autoridade ressaltou que não descarta outros cenários, como duas reduções ou nenhuma, a depender dos próximos indicadores, diante da incerteza sobre o quadro futuro. Já a Fitch disse hoje que espera dois cortes pelo Fed neste ano, além de projetar desaceleração da economia dos EUA, mas rever para cima suas expectativas para a Europa.
Entre moedas emergentes, o peso mexicano voltou a recuar, sob pressão recente após governistas sinalizarem que pretendem retomar o debate sobre reformas na Constituição, com renovada força oficial após a vitória de Claudia Sheinbaum, atual do atual presidente, Andrés Manuel López Obrador, na disputa presidencial deste mês. O BannockBurn via o peso volátil, após Sheinbaum sinalizar na semana passada que apoia a tentativa de reforma no Judiciário.