• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Moedas globais: dólar fica misto contra rivais e euro sobe

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrou recuo de 0,14%

Por Gabriel Tassi Lara

26/01/2024 | 19:36 Atualização: 26/01/2024 | 19:36

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

O dólar ficou misto contra rivais desenvolvidos hoje, mas recuou contra o euro após falas de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE), e depois de uma rodada de dados de inflação, consumo e renda quase em linha com expectativas nos Estados Unidos.

Leia mais:
  • Gol: como ficam as ações após recuperação judicial nos EUA
  • Bolsa em queda: 4 ações que ficaram baratas em janeiro para investir
  • Megainvestidor Barsi revela as ações que está comprando e vendendo. Veja
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No fim da tarde em Nova York, o dólar subia a 148,09 ienes, o euro subia a US$ 1,0858 e a libra ficava estável a US$ 1,2704. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrou recuo de 0,14%, a 103,433 pontos.

Nesta manhã, os gastos com consumo superaram a previsão de analistas, com alta de 0,7% em dezembro ante novembro, enquanto a renda pessoal subiu 0,3% na mesma comparação, como esperado. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) teve alta mensal de 0,2% e anual de 2,6%, como esperado. Logo após o dado, o dólar, que recuava contra as principais moedas, recebeu impulso extra, mas fechou o dia com o DXY no negativo, pressionado pela força do euro.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Segundo Fawad Razaqzada, do City Index, a rodada de dados deu “mais evidências de um consumidor forte”, sustentando a possibilidade de pouso suave. Porém, os indicadores não mudaram a perspectiva de curto prazo para cortes de juros pelo Federal Reserve, com a ferramenta do CME Group ainda indicando a probabilidade majoritária de primeiro corte somente em maio, apesar do cenário para março ainda estar bem dividido: a chance de manutenção é de 52,6%, contra 47,4% de possibilidade de corte.

Mais cedo, o euro titubeou e recuou pontualmente contra o dólar após a publicação de pesquisa do instituto GfK de confiança do consumidor na Alemanha, que caiu a -29,7 para fevereiro, ante previsão de -24,5. Porém, a moeda comum da zona do euro – que vem de uma semana de perdas – se recuperou com o passar do dia. Hoje, dirigentes do Banco Central Europeu ocuparam-se de conter a euforia do mercado europeu com a possibilidade de cortes precoces pelo BCE, depois que as falas de Christine Lagarde foram interpretadas ontem como dovish, sem que ela descartasse cortes precoces nos juros.

Hoje, o dirigente do BCE e presidente do BC da Croácia, Boris Vujcic, afirmou que não houve uma “guinada dovish” na postura dos dirigentes na última decisão monetária. Enquanto isso, o dirigente Martins Kazaks afirmou que mantém uma postura de “paciência”, à espera de mais dados e das projeções atualizadas de março antes de decidir sobre o momento ideal para um potencial corte nos juros. Além dos dois, o dirigente e presidente do BC da Estônia, Madis Müller reiterou que ainda considera “muito cedo” para falar sobre cortes de juros na zona do euro. Tudo isso, segundo o analista de Mercados do CMC Markets Michael Hewson deu suporte pontual ao euro e o tirou da mínima de seis semanas, mas este apoio tende a ser pontual.

Enquanto isso, Hewson avalia que a libra, que conseguiu se sustentar próxima da estabilidade contra o dólar hoje, deve ganhar vantagem nos próximos dias, porque a pressão sobre o Banco de Inglaterra (BoE) para cortar os juros não deverá ser tão intensa como tem sido – e provavelmente será no curto prazo – sobre o BCE.

Publicidade

A Capital Economics escreve, por sua vez, que o diferencial de juros entre as principais economias do mundo deve continuar sendo o principal impulsionador do dólar ao longo de 2024. Porém, a consultoria destaca que as decisões de juros do Federal Reserve e do Banco da Inglaterra na próxima semana podem alterar essas dinâmicas no curto prazo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central Europeu (BCE)
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • DXY
  • Euro
  • Libra
Cotações
18/02/2026 16h43 (delay 15min)
Câmbio
18/02/2026 16h43 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 2

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 3

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

  • 4

    BC decreta liquidação do Banco Pleno, de ex-sócio do Master; veja o que fazer se você tem CDB ou dinheiro na instituição

  • 5

    Ibovespa hoje retoma negociações após feriado em dia de liquidação do Banco Pleno, pressão sobre Vale e ata do Fed

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: é possível ter desconto no pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Ceará: veja o calendário de vencimento das cinco parcelas
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Últimas: Tempo Real
Balanço da Caixa Seguridade deve vir em linha com as projeções, mas analistas veem queda das ações, diz Citi; veja motivos
Tempo Real
Balanço da Caixa Seguridade deve vir em linha com as projeções, mas analistas veem queda das ações, diz Citi; veja motivos

Banco americano destaca o ramo de hipotecas como principal motor de crescimento, com avanço de 9% em relação ao 4T24

18/02/2026 | 15h36 | Por Camila Vech
Inflação recua e Selic permanece em 12,25% no fim de 2026, projeta Focus
Tempo Real
Inflação recua e Selic permanece em 12,25% no fim de 2026, projeta Focus

Relatório Focus mostra quarta queda seguida da inflação em 12 meses; mercado mantém projeção da Selic em 12,25% no fim de 2026 e estabilidade para PIB e câmbio.

18/02/2026 | 15h30 | Por Marianna Gualter e Jean Mendes
O corte da Selic esperado pelos bancos em março e como ficam os juros no fim de 2026, segundo pesquisa da Febraban
Tempo Real
O corte da Selic esperado pelos bancos em março e como ficam os juros no fim de 2026, segundo pesquisa da Febraban

Pesquisa da Febraban mostra que maioria das instituições aposta no início do ciclo de flexibilização já na próxima reunião do Copom

18/02/2026 | 14h48 | Por Ana Machado
FGC já pagou R$ 37,2 bilhões a credores do Master e avança em ressarcimento do Will Bank
Tempo Real
FGC já pagou R$ 37,2 bilhões a credores do Master e avança em ressarcimento do Will Bank

Fundo quitou 92% das garantias estimadas do conglomerado Master e iniciou antecipações para clientes do Will; caso do Banco Pleno ainda depende de liquidante

18/02/2026 | 14h43 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador