O banco revisou para baixo as estimativas de resultado. O lucro por ação esperado para 2026 caiu de R$ 4,82 para R$ 4,56, o que equivale a retração anual de 1%; para 2027, a projeção é de R$ 4,81, avanço de 6%. O crescimento de prêmios foi reduzido para 1% em 2026 (antes 5%), com recuperação prevista de 10% em 2027. A sinistralidade deve subir de 23% em 2025 para 25,6% em 2026, pressionando a subscrição, enquanto o resultado financeiro tende a recuar 5% em 2026 e 9% em 2027 diante dos juros mais baixos.
Entre os fatores de risco, o relatório destaca o corte de 50% nos subsídios ao seguro rural e o estresse no agronegócio, que devem reduzir prêmios; a dependência do contrato de exclusividade com o Banco do Brasil, cuja renovação foi estimada com probabilidade de 40% a 50%; a alta sensibilidade da companhia ao ciclo de cortes da Selic; além de eventos climáticos, oscilações de preços de commodities e a exposição do negócio de previdência à inflação e à volatilidade de mercado.
Na comparação setorial, o Morgan Stanley avalia que o risco-retorno da BB Seguridade é menos atraente que o de concorrentes, citando a Caixa Seguridade, para a qual vê potencial de valorização de 36%.
*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast