

O Nubank (NUBR33), com ações listadas na Bolsa de Nova York (Nyse), informou na última sexta-feira (29) que o Banco Central (BC) aprovou uma alteração que diminui as exigências de capital de risco operacional do seu negócio no Brasil.
A mudança integra o novo arcabouço regulatório como parte do conjunto das regras de Basileia III, resposta internacional à crise financeira global de 2009.
Na prática, trata-se de uma mudança de metodologia e que está sendo adotada em todo o mercado. O Nubank explica em comunicado que vai passar a adotar a chamada Abordagem Padronizada Alternativa (ASA, na sigla em inglês) no lugar da Abordagem do Indicador Básico (BIA, em inglês) no cálculo da parcela dos ativos ponderados pelo risco associados à determinação da exigência de capital de risco operacional para o conglomerado prudencial do Nu Brasil.
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Caso o novo formato já estivesse em vigor no fim de setembro, o capital exigido do Nu Brasil teria sido reduzido em US$ 152 milhões, segundo a empresa. Já o índice de adequação de capital (CAR, em inglês) seria de 12,5%, sem considerar o excesso de capital detido pela Nu Holdings, de US$ 2,3 bilhões, ao fim de setembro último.