A Petrobras registrou na CVM prospecto para a emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) no valor de R$ 1,5 bilhão, que pode chegar a R$ 1,8 bilhão, com o exercício do lote adicional de R$ 300 milhões.
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A Petrobras registrou na CVM prospecto para a emissão de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) no valor de R$ 1,5 bilhão, que pode chegar a R$ 1,8 bilhão, com o exercício do lote adicional de R$ 300 milhões.
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A emissão será em até três séries, com vencimento em 2029, 2032 e 2037, respectivamente.
Os papéis terão atualização monetária pelo IPCA. E a remuneração da primeira série será a maior taxa entre a variação do Tesouro IPCA com juros semestrais 2030 ou 6,15% ao ano; da segunda série, será a maior taxa entre 0,15% mais Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2032 ou 6,35% ao ano; e a terceira série será a maior taxa entre 0,30% mais Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2035 ou 6,60% ao ano.
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Os recursos da emissão, que ainda não tem data definida, serão usados, de acordo com prospecto da oferta, para o pagamento de gastos, custos e despesas ainda não incorridos da construção, expansão, desenvolvimento, reforma e pagamento de valores devidos em virtude de contratos de locação e demais contratos imobiliários de determinados imóveis ou empreendimento.
Também será usado para reembolso de gastos, custos e despesas já incorridos, pela devedora, no prazo máximo de 24 meses anteriores ao encerramento da oferta, referentes a contratos de locação, em conjunto com os custos e despesas de determinados imóveis e/ou empreendimentos imobiliários.
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