“Ranking tem critérios e representa um retrato. Quando não se contextualiza, como num filme, fica danoso para o investidor. Ele fica se cobrando se está investindo nos melhores [fundos], buscando algo que é muito etéreo. Isso gera angústia”, disse Baroni, durante painel no evento FII Experience, promovido pela Suno, nesta terça-feira (21), em São Paulo. “Investir é um filme. O que se deve fazer é ter cadência e recorrência, e isso se constrói ao longo de uma jornada [de investimento].”
Para o analista, os rankings servem a um propósito comercial e não devem ser a base para uma estratégia de alocação. Além disso, Jean Tosetto, escritor e editor de livros da Suno, acrescenta que o mercado é feito de ciclos e os pontos de entrada e saída dos ativos também farão a diferença na carteira de cada investidor. “Não adianta ‘copiar’ posições”, afirma.