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Sem liquidez e sem direção, Bolsas da Europa monitoram ações dos governos para crise

  • A semana tecnicamente acabou e o índice intercontinental Stoxx-600 recuava, há pouco, 0,08%, a 391,78 pontos.

(Estadão Conteúdo) – As bolsas europeias operam sem força e também sem direção única na manhã desta quinta-feira e a liquidez dos negócios é baixa por causa do fechamento dos mercados americanos para comemoração da Ação de Graças. A diminuição das transações ocorre ainda numa semana em que o índice Dow Jones superou a marca de 30 mil pontos seguido de um movimento de realizações ontem, puxado por dados decepcionantes do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Internamente, não há novidades sobre o Brexit, como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

Em suma, como enfatizaram alguns analistas, a semana tecnicamente acabou e o índice intercontinental Stoxx-600 recuava, há pouco, 0,08%, a 391,78 pontos. Se as Bolsas estão sem tendência definida, o mercado de petróleo futuro embalou num movimento de realização de lucros agora cedo, depois de o barril ter mantido a trajetória de alta ao longo das últimas sessões. No câmbio, as moedas da região também apresentam pouca variação em relação ao dólar.

Apesar da calmaria dos traders, vale notar a continuidade do esforço de governos e bancos centrais para tentarem diminuir os impactos da pandemia de coronavírus sobre suas economias. O ministro das Finanças do Reino Unido, Rishi Sunak, por exemplo, anunciou aumento de 2,2% no salário mínimo nacional, tornando-o um dos mais altos do mundo. Ontem, ele previu a parlamentares uma contração de 11,3% da economia britânica este ano, a maior em mais de 300 anos.

A ata do Federal Reserve (Fed, o BC americano) indicou, também de ontem, uma discussão sobre como colocar mais dinheiro na economia. A informação veio depois que se soube que 778 mil pessoas entraram com pedido de seguro-desemprego pela primeira vez na semana passada ante expectativas de 733 mil. Hoje, é o Banco Central Europeu (BCE) que divulga sua ata. Na Suécia, o Banco Central manteve seu juro de referência em 0%, sinalizou que o nível poderá ser mantido até 2023 e aumentou o volume do seu programa de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) de 500 bilhões de coroas para 700 bilhões de coroas.

O que se vê é que, apesar das expectativas positivas em torno de uma vacina, a covid-19 ainda pode causar muito estrago para a atividade global. A doença já infectou mais de 60 milhões de pessoas no mundo e ajudou a piorar a confiança do consumidor da Alemanha. Dado divulgado na madrugada pela GfK revelou que o indicador passou de -3,2 pontos em novembro (dado revisado) para -6,7 pontos em dezembro ante expectativas de piora para -5,5.

Na maior economia da Europa, o rápido aumento das taxas de contaminação levou o governo a adotar um segundo lockdown, ainda que com medidas menos restritivas do que a primeira quarentena. Hoje, a chanceler Angela Merkel disse que essas ações devem permanecer em vigor até janeiro para a maioria das regiões do país.

De volta ao Reino Unido, o que se vê é que as declarações sobre o Brexit não são um consenso. Enquanto porta-vozes do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) advertiram que um divórcio sem consenso entre as partes prejudicaria mais a economia local do que a pandemia, Rishi Sunak disse não ser necessário um acordo a qualquer custo. O Brexit entra em vigor, na prática, em 1º de janeiro de 2021 e as duas partes tentam costurar um pacto comercial para passar a valer a partir dessa data. As negociações seguem tensas e até o momento pouco progrediram.

Às 6h45 de Brasília, a Bolsa de Londres caía 0,56%, a de Frankfurt subia 0,02%, a de Paris recuava 0,08%, a de Milão tinha alta de 0,15%, a de Madri cedia 0,66% e a de Lisboa ganhava 0,05%. No mercado cambial, o euro era negociado a US$ 1,1912, ante US$ 1,1922 do fim da tarde de ontem, e a libra era cotada a US$ 1,3370, de US$ 1,3388 da véspera.

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