Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa afirma que os derivativos poderão ser referenciados em ações da própria Simpar e de suas controladas Movida, Vamos, JSL e Automob. A iniciativa, segundo a companhia, busca elevar a exposição – ainda que de forma sintética – aos papéis do grupo, em razão do cenário macroeconômico, do fortalecimento da estrutura de capital e da redução do custo de capital.
A efetivação dos derivativos dependerá da homologação do aumento de capital mínimo de R$ 1,4 bilhão anunciado em 5 de março de 2026. A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que deliberará sobre o tema está marcada para 30 de março.
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