De acordo com a casa, a iniciativa combina a captação tradicional de recursos financeiros com investidores institucionais à que é feita com vendedores de usinas que desejam permanecer com exposição ao setor. Na prática, o antigo dono da usina a vende ao fundo e aporta parte dos recursos ou compensa parte dos créditos existentes na oferta.
Segundo o diretor de investimentos da Suno Asset Vitor Duarte, “a maior vantagem para o fundo é comprar ativos sem risco de performance ou vacância, sem curva J, ou seja, com geração de receita desde o primeiro dia”.
Com os novos recursos, o SNEL11 pretende adquirir cerca de 110 megawatt-pico (MWp) em usinas distribuídas por oito estados e no Distrito Federal, incluindo novas praças como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia e Paraná. Dos projetos mapeados, mais de 85% já estão em operação.