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Tempo Real

Ibovespa futuro recua com retaliações da China às tarifas dos EUA e ata do Fed no radar

Mercado opera de olho nos desdobramentos da guerra comercial, especialmente entre Washington e Pequim

Por Cecília Mayrink

09/04/2025 | 9:15 Atualização: 09/04/2025 | 9:15

Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa futuro abriu esta quarta-feira (9) em queda de 0,61%, aos 123.200 pontos. As atenções do mercado estão voltadas para os desdobramentos da guerra comercial, além da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e dados do varejo no Brasil — veja aqui os principais assuntos do dia.

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As Bolsas internacionais operam no negativo após a China anunciar novas retaliações contra os Estados Unidos. As medidas incluem a elevação de tarifas adicionais sobre produtos americanos para 84% e adição de empresas dos EUA à listas de controle de exportação e de entidades não confiáveis.

As chamadas tarifas “recíprocas” dos EUA a importações globais entraram em vigor hoje, incluindo uma massiva tarifação de 104% a produtos da China. O presidente Trump afirmou ontem esperar chegar eventualmente a um acordo com os chineses. Trump também prometeu anunciar “muito em breve” a tarifação de produtos farmacêuticos fabricados no exterior, com a intenção de atrair os laboratórios para o território americano.

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O sinal negativo em NY e a queda das commodities tendem a pesar na principal referência da B3 hoje e nas ações de siderúrgicas, mineradoras e petroleira, como a Petrobras (PETR4). A promessa de Trump de tarifação de produtos farmacêuticos também pode pressionar ações do setor.

O que fica no radar do Ibovespa futuro hoje

Dólar e juros pressionados

O dólar hoje pode abrir em alta no mercado à vista, alinhado à valorização da divisa americana frente outras moedas emergentes em meio a persistentes perdas das commodities com a escalada da guerra comercial entre os EUA e a China. Uma desvalorização do real pode ser relativamente contida pela movimentação da China com estímulos á economia interna e possível corte de juros no país. Pequim busca também estreitar laços com os países asiáticos vizinhos a fim de driblar o impacto negativo das tarifas americanas. Na véspera, a moeda americana fechou em alta de 1,48% a R$ 5,9979 e, durante o pregão, chegou a alcançar máxima a R$ 6,0054.

Os temores com a escalada da guerra comercial, com avanço dos rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries), podem apoiar a pressão de alta na curva de juros nesta quarta-feira, que ontem já fechou em alta.

Ata do Fed

Nos Estados Unidos, aguardamos a ata do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, equivalente ao Copom no Brasil), sobre a última reunião de política monetária do Fed, quando o banco central americano deixou seus juros inalterados. O documento será publicado às 15h (de Brasília)

Vendas no varejo

O mercado doméstico também fica de olho na divulgação das vendas no varejo restrito e ampliado de fevereiro, um medidor de todos os produtos vendidos pelo setor durante o mês. Além disso, está no radar o resultado do estoque de crédito brasileiro.

Esses e outros dados do dia estão em pauta e podem impactar as negociações na Bolsa brasileira, influenciando o índice Ibovespa futuro.

*Com informações de Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast

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