Responsável pela gestão da dívida pública, o órgão alertou que a capacidade de financiamento dessa dívida no mercado “pode encontrar limites” caso não haja reversão da trajetória de rombos nas contas. Nos últimos meses, o Tesouro Nacional precisou emitir títulos da dívida com prazos cada vez mais curtos para conseguir financiar o enorme déficit causado pelos gastos de combate à pandemia do novo coronavírus. A dívida bruta deve fechar o ano em 94,4% do PIB, um salto ante os 75,8% do PIB verificados em 2019. Segundo o próprio Tesouro, esse aumento ficou acima da média observada em outros países.