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Abertura de Mercado: Dos males, o menor?!

A operação possui validade apenas para o pregão desta segunda-feira (24)

Diante de alguma melhora no sentimento dos investidores mundo afora, a semana começa com os índices futuros de Nova York e as principais bolsas da Europa em alta. Ao que tudo indica, as tarifas americanas devem ser mais focadas e menos abrangentes do que havia sido cogitado pelo presidente Donald Trump, de acordo com autoridades familiarizadas com o assunto -ainda assim, o tom de cautelosa ainda existe, especialmente após alertas de autoridades na China e Austrália sobre choques generalizados na economia global decorrentes de uma guerra comercial.

Em outros mercados, o dólar tem leve baixa frente às demais moedas, os rendimentos do Treasuries sobem, os contratos futuros do petróleo não esboçam uma tendência clara, refletindo a possibilidade do aumento da oferta da Opep+, enquanto os preços futuros do minério de ferro subiram 2,43% na madrugada em Dalian, aos US$ 107,52 por tonelada, em reação à notícia de que o PBoC, o Banco Central chinês, fará uma injeção de liquidez de ¥ 450 bilhões amanhã, ou o equivalente a US$ 62 bilhões, por meio de linha de crédito de médio prazo de um ano.

A conjuntura externa parece favorável para a extensão dos ganhos por aqui –e, de fato, o principal ETF brasileiro negociado no exterior, o EWZ, subia levemente no pré-mercado. Entre os fatores locais para a formação dos negócios, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse na sexta-feira passada que o projeto de lei que amplia a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil vai ser aprovado pelo Congresso, enquanto o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, disse que as medidas de crédito somadas às propostas em tramitação no Congresso que o Executivo quer destravar, têm o potencial de reduzir em um terço a taxa média de juros cobrada das famílias do país.

Agenda econômica

Brasil

Destaque essa semana para a ata do Copom (terça-feira), o IPCA-15 de março e o novo Relatório de Política Monetária (ambos na quinta-feira). Hoje, como de costume, é esperado o Boletim Focus (8h25). Além disso, na quarta-feira, sai a nota do setor externo de fevereiro e o resultado primário do Governo Central de fevereiro. Na sexta-feira serão divulgados ainda o IGP-M de março, a Pnad Contínua de fevereiro, o Caged de fevereiro, o Relatório Mensal da Dívida Pública de fevereiro e a Aneel define a bandeira tarifária de energia elétrica para abril.

EUA

Estão previstas a leitura final do PIB do 4º trimestre (quinta-feira) e o índice de preços de gastos com consumo (PCE) de fevereiro (sexta-feira). Hoje sai o índice de atividade nacional do Fed de Chicago de fevereiro (9h30), o PMI composto de março medidopela S&P (10h45), além de discurso do vice-presidente de Supervisão do Fed, Michael Barr (16h10).

Europa

O presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey, faz um discurso público (13h). Amanhã será conhecido o índice Ifo de sentimento das empresas da Alemanha. Na quarta-feira é o dia do CPI do Reino Unido e da Cúpula europeia do IIF 2025, enquanto na sexta-feira serão divulgados o PIB e vendas no varejo do Reino Unido.

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