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Abertura de Mercado: Urgência aprovada, e agora?

A operação possui validade apenas para o pregão desta quinta-feira (5)

(Foto: Adobe Stock)
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O desempenho dos mercados globais não é uniforme nesta manhã de quinta-feira, embora (na média) os sinais sejam mais positivos. Por exemplo, em Paris, o CAC 40 sobe e supera o desempenho do índice Stoxx 600, que conglomera as principais ações da Europa, emuma possível reação dos investidores à queda do governo de Michel Barnier ontem –agora, o presidente, Emmanuel Macron, precisa indicar outro primeiro-ministro, que deve aprovar orçamento para 2025 em um parlamento dividido. Do lado de cá do Atlântico, os índices futuros de Nova York oscilam pouco, após o S&P 500 renovar ontem seu 56º recorde de fechamento em 2024, diante das declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, indicando que a economia americana está em “forma notavelmente boa”.

Em outros mercados, o dólar recua, com maioria das moedas emergentes em alta, enquanto os rendimento dos títulos de renda fixa americanos (Treasuries) sobem. O bitcoin estendeu os ganhos e superou os US$ 100.000 pela primeira vez, refletindo a escolha de um defensor das criptomoedas para comandar a SEC (a CVM dos Estados Unidos). Os contratos futuros do petróleo têm leve alta, depois de caírem perto de 2% ontem, antes de reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) que deve adiar novamente uma medida para reativar a produção em um mercado já bem abastecido. E os preços futuros do minério de ferro recuaram 1,17% em Dalian, aos US$ 110,16 por tonelada, interrompendo uma recuperação de quatro dias, devido à piora nas vendas da construtora chinesa Country Garden, indicando que a crise imobiliária do país ainda é uma preocupação latente.

Por aqui, a notícia de que a Câmara aprovou a urgência na tramitação das duas propostas do pacote fiscal deveria amenizar os receios sobre obstáculos ao plano que ajudaram a pressionar as taxas de juros nas últimas sessões –com contrapartida inversa aos demais ativos de risco. Por outro lado, a proposta do Governo de tributar lucros e dividendos acima de R$ 50 mil, com alíquotas de 7,5% a 10%, sugere ajustes adicionais em alguns ativos. Importante dizer que, a menos de uma semana da reunião do Copom, o mercado precifica uma alta de 1 pp na Selic, levando-a a 12,25%.

Agenda econômica

Brasil

Os dados da balança comercial de novembro saem durante à tarde (15h). Antes disso, o Ministério dos Portos e Aeroportos lança os Planos Setoriais de hidrovias, portos e aeroportos (11h), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa (10h30) da inauguração da nova fábrica de celulose da Suzano em Ribas do Rio Pardo (MS) e viaja (13h) para o Uruguai, onde participa da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados. O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, concede entrevista (16h).

EUA

Os pedidos semanais de auxílio desemprego e o resultado da balança comercial em outubro serão publicados logo cedo (10h30).

Europa

Os dirigentes da Opep+ reúnem-se na Áustria e a diretora do Banco da Inglaterra (BoE), Megan Greene, participa de evento do Financial Times (14h).

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