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Bolsas globais operam sem direção única; Ibovespa cai com realização de lucros e leilão do Tesouro no radar

PMI de serviços dos EUA surpreende, ADP frustra e mercado aguarda payroll enquanto curva longa de juros pressiona ativos locais

As bolsas internacionais seguem sem direção única nesta quarta-feira (7), refletindo a combinação de tensões geopolíticas e indicadores econômicos divergentes. Nos Estados Unidos, o Índice de Gerente de Compras (PMI) de serviços divulgado pelo ISM surpreendeu positivamente, reforçando a expectativa pelo payroll, relatório de empregos dos EUA, na sexta-feira, enquanto a pesquisa ADP mostrou criação de empregos abaixo do esperado.

Como resultado, os juros dos Treasuries, títulos do tesouro americano, recuam na maior parte da curva, mas moderaram a baixa após o dado de atividade acima das projeções.

Entre as principais commodities, o petróleo recua menos de 1%, após oscilar com notícias sobre fornecimento venezuelano, enquanto o minério de ferro mantém ganhos apoiados pelos estímulos na China.

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Depois de dois pregões de alta, o Ibovespa cede em meio à realização de lucros, enquanto a expectativa pelo leilão de NTN-F 2037 pressiona a curva longa.

Às 14h10, o índice caía 0,92%, aos 162.157 pontos, em desempenho inferior ao dos índices em Nova York.

No câmbio, o dólar avançava 0,45%, cotado a R$ 5,39, refletindo cautela externa e expectativa pelo payroll. Juros futuros operam próximos da estabilidade nos curtos, mas tensionados nos longos em função do leilão do Tesouro.

Na carteira do Ibovespa, o setor de educação lidera os ganhos: Ânima (ANIM3) salta quase 10% e Cogna (COGN3) avança mais de 6% após revisão de recomendação por instituição estrangeira, em meio a perspectivas robustas e valuation atrativo. Em contrapartida, Yduqs (YDUQ3) recua mais de 5% após rebaixamento para neutra pela mesma instituição.

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Azul (AZUL4) despenca mais de 20% com homologação de aumento de capital bilionário, sinalizando forte diluição. No varejo, C&A (CEAB3) segue pressionada por revisão negativa de estimativas pelo mercado. Já as petroleiras operam no vermelho, acompanhando a fraqueza do Brent e do WTI, enquanto bancos passam por realizações de lucros, após um forte início de ano.

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