
As incertezas geradas pela política tarifária de Donald Trump mantiveram os investidores atentos ao longo de toda a sessão. No entanto, a despeito das preocupações com uma eventual escalada da guerra comercial, a tendência das bolsas globais foi majoritariamente positiva, em dia de queda dos rendimentos dos treasuries e do dólar em escala global, na esteira de dados mais fracos sobre a economia norte-americana.
Por lá, a abertura aquém das projeções dos postos de trabalho e a queda maior do que a expectativa do PMI industrial do ISM reforçaram as apostas de um maior afrouxamento monetário pelo Fed, com avanço nas estimativas de corte acumulado de 1 ponto porcentual em 2025, embora 0,75 pp continue sendo a principal aposta.
No Brasil, a queda dos juros futuros deu fôlego para a bolsa, de modo que o Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,68%, aos 131.147 pontos e volume financeiro de R$ 25 bilhões, enquanto o dólar recuou 0,40%, aos R$ 5,68.
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