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A sessão desta terça-feira (27) foi predominantemente de alta para as bolsas internacionais, sustentadas pelo enfraquecimento global do dólar —medido pelo Dólar Index (DXY), que atingiu o menor nível desde 2022 — e pelo avanço das ações de tecnologia em meio ao auge da temporada de balanços.
Em Nova York, o S&P500 encerrou em novo recorde, enquanto Dow Jones e DAX foram as únicas exceções ao movimento positivo. No mercado de commodities, petróleo e ouro registraram alta firme, e as taxas dos Treasuries subiram em parte da curva diante da cautela pré Federal Reserve (Fed), o banco central americano.
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No Brasil, o IPCA 15 abaixo das estimativas reforçou a leitura de desinflação e reabriu espaço para discussões sobre cortes da Selic, taxa básica de juros, nos próximos meses, embora a manutenção da taxa permaneça como cenário predominante para a decisão desta semana. A curva de juros fechou ao longo da sessão, refletindo expectativas de inflação mais benigna.
O real se valorizou acompanhando esse movimento global de enfraquecimento do dólar internacional (DXY) e o forte fluxo estrangeiro, que no acumulado do mês já ultrapassa R$17 bilhões.
Nos números do dia, o Ibovespa avançou 1,79% aos 181.191 pontos, em nova máxima, com giro financeiro de R$ 35 bilhões, enquanto o dólar recuou 1,38% em relação ao real, cotado a R$ 5,21.
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