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Ibovespa recua em sessão defensiva, com dólar forte e ajuste de expectativas sobre juros nos EUA

Mercados globais operam em modo cautela após PPI acima do esperado nos EUA, enquanto Ibovespa corrige e dólar avança com ajuste de Ptax.

Os mercados globais atravessam a tarde em tom defensivo, à medida que investidores reavaliam o ritmo de afrouxamento monetário nos Estados Unidos após a indicação do novo presidente do Federal Reserve e a divulgação do PPI (inflação ao produtor) acima do esperado, o que esfriou o apetite por risco. O dólar ganha força frente a moedas fortes e emergentes, enquanto a curva dos Treasuries mostra inclinação, com leve fraqueza no curto prazo e prêmios mais elevados nos vértices longos. Os metais, especialmente os preciosos, devolvem parte dos ganhos recentes, enquanto o petróleo oscila perto da estabilidade, sustentado por prêmios de risco associados a tensões geopolíticas.

Na B3, o Ibovespa acompanha o movimento das bolsas internacionais e registra mais uma sessão de correção, em um dia marcado pela divulgação da Pnad Contínua, que mostrou a taxa de desemprego em mínima histórica. O dólar à vista avança, influenciado tanto pelo fortalecimento externo da moeda americana quanto pelos ajustes técnicos de fim de mês para a formação da última Ptax de janeiro, após a forte queda acumulada no período. Na curva de juros local, os contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) rondam os ajustes da véspera, com liquidez mais fraca na ponta longa.

Às 14h20, o Ibovespa recuava 0,48%, aos 182.258 pontos.

Entre as ações que compõem o índice, os papéis do setor de siderurgia e metalurgia seguem pressionados. A Petrobras (PETR3; PETR4) acompanha a melhora do Brent, enquanto outras petroleiras ainda registram perdas. Nos bancos, o desempenho é misto, com viés de acomodação após a fraqueza da véspera e tentativas pontuais de recuperação. No noticiário corporativo, as ações da CBA (CBAV3) caem após a venda do controle para Chalco e Rio Tinto a R$ 10,50 por ação. No setor aéreo, GOL (GOLL54) dispara com o registro da Oferta Pública de Aquisição (OPA) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), enquanto a Azul (AZUL53) ganha suporte da forte demanda por sua captação externa. Já no segmento imobiliário, a Cury (CURY3) reage positivamente ao anúncio de dividendos relevantes.

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