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Ibovespa recua com tensão global, enquanto petróleo alto sustenta energia e juros limitam reação

Aversão ao risco pressiona Bolsas, fortalece dólar e pesa sobre financeiras; commodities têm desempenho misto

Nos mercados internacionais, a sessão transcorre sob um viés defensivo, com investidores diminuindo exposição a ativos de risco diante do aumento das tensões geopolíticas e da ausência de sinais claros de descompressão no curto prazo.

O petróleo segue como principal termômetro do mercado, negociado em níveis elevados, o que reacende preocupações inflacionárias e sustenta os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro estadunidense.

As Bolsas em Nova York e na Europa operam em queda, enquanto o dólar apresenta viés de apreciação frente a moedas emergentes, refletindo a busca por proteção. Sem dados econômicos relevantes na agenda, o noticiário externo continua a direcionar os preços dos ativos.

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No ambiente doméstico, o mercado acompanha a piora do humor externo e adota postura cautelosa ao longo da sessão. O Ibovespa chegou a renovar mínimas mais cedo, mas encontra algum suporte na valorização do petróleo, que favorece ações do setor de energia.

Ainda assim, a abertura da curva de juros futuros limita uma recuperação mais consistente do índice. Por volta das 14h (de Brasília), o Ibovespa recuava 0,38%, aos 187.444 pontos, enquanto o dólar avançava 0,38% frente ao real, cotado a R$ 5,16.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, o tom é de ajustes e seletividade, com destaque para a pressão sobre os papéis do setor financeiro, que acompanham o aumento da aversão ao risco e a abertura dos juros futuros.

No segmento de commodities, a alta do petróleo sustenta algumas das companhias ligadas à produção de óleo, enquanto empresas de mineração e siderurgia exibem desempenho mais volátil.

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Em contraste, ações da Suzano (SUZB3) figuram entre as maiores quedas do índice após revisão negativa de recomendação por um grande banco internacional, refletindo preocupações com o ciclo de preços da celulose. No setor imobiliário, papéis como MRV (MRVE3) recuam após dados operacionais abaixo do esperado, reforçando a sensibilidade das construtoras ao cenário de juros mais elevados.

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