A Embraer (EMBR3) é a companhia brasileira mais exposta às tarifas de importação de Donald Trump, avalia o Santander (SANB11).
Os analistas calculam que cerca de 60% das receitas da companhia em 2024 vieram de exportações para os Estados Unidos.
Por outro lado, a WEG (WEGE3) possui 23% das receitas vindas da exportação para os Estados Unidos.
A WEG tem alguma capacidade ociosa em suas plantas nos EUA, permitindo que absorvam parte da produção atualmente movimentada no exterior, apontam os analistas.
Depois da WEG, a lista de empresas brasileiras é composta pela Tupy (TUPY3), com 22% das exportações.
No caso da Tupy, os especialistas avaliam que a empresa mantém contratos de longo prazo com fabricantes de automóveis, o que poderia permitir que elas passassem as tarifas para seus preços.