O Bolsa Família segue em 2026 como um dos principais programas de transferência de renda do país. No entanto, para permanecer no programa, não basta apenas estar inscrito no Cadastro Único.
O benefício está ligado a compromissos nas áreas de saúde e educação, em que o acompanhamento da vida escolar de crianças e adolescentes é uma das exigências centrais dessa política pública.
A exigência de frequência não tem caráter punitivo. Ela existe porque o programa busca garantir que crianças e adolescentes permaneçam na escola, reduzindo a evasão e ampliando as oportunidades futuras.
Ao condicionar o benefício à educação, o governo estimula a formação escolar como ferramenta de inclusão social e combate à pobreza.
Para evitar o bloqueio do Bolsa Família, estudantes beneficiários devem atingir índices mínimos de presença em sala de aula. Crianças de 4 a 6 anos incompletos precisam registrar ao menos 60% de frequência mensal.
Já alunos de 6 a 18 anos incompletos, que ainda não concluíram a educação básica, devem comparecer a 75% ou mais das aulas.