• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar hoje: veja o que fez a moeda fechar em queda nesta quarta após bater recorde de alta

Índice do Banco Central mostra aceleração da atividade econômica nacional, o que impacta a divisa

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

17/04/2024 | 16:27 Atualização: 17/04/2024 | 17:18

Dólar americano (Foto: Adobe Stock)
Dólar americano (Foto: Adobe Stock)

O dólar fechou em queda de 0,47% nesta quarta-feira (17), cotado a R$ 5,2439. A trajetória de baixa ocorreu após o Banco Central divulgar sua estimativa de crescimento econômico do Brasil, medida pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), ele avançou 0,40% em fevereiro ante janeiro, acima do 0,30% projetado pelo mercado.

Leia mais:
  • Dólar hoje cai com alívio de juros na renda fixa dos EUA e prévia do PIB do Brasil
  • BBB 24: o campeão Davi pode parar de trabalhar se investir o prêmio?
  • Por que as ações do Banco do Brasil (BBAS3) estão subvalorizadas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Essa alta fez a economia brasileira crescer 1,3% no acumulado do primeiro trimestre de 2024. Além disso, as taxas de juros de investimentos da renda fixa dos EUA, os treasuries, estão em baixa, deixando o país menos atrativo para os investidores, o que ajuda a desvalorizar o dólar.

A aceleração da economia brasileira é relevante para a redução da equação dívida sobre PIB. Assim, o risco fiscal, que impulsionou a moeda americana nos últimos dias, ganha um certo alívio.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O mau-humor no mercado começou na segunda, após o governo modificar a meta do governo de superávit de 0,5% para déficit de 0% em 2025, o que foi anunciado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, à emissora Globo News. De acordo com Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados,  essa mudança fez o mercado perder a confiança com a questão fiscal. “Eu já imaginava que o arcabouço fiscal encontraria dificuldades, visto que o governo não conseguiria subir a arrecadação como queria para zerar o déficit público”, afirma.

O economista aponta também que Haddad sempre esteve sozinho nessa questão fiscal, mas não tem apoio do governo. “Para fazer um bom projeto fiscal, é preciso que essa seja uma proposta do governo e não de apenas um ministro”, ressalta.

Para outros analistas, a nova meta fiscal entregou uma mensagem de que o governo pode não conseguir pagar todas suas obrigações e terá que emitir mais dívida para suprir o básico por meio de títulos como os do Tesouro Nacional, precificados com base no humor do mercado em relação à credibilidade do País diante de suas finanças. Quanto maior o déficit, mas dívida o governo emite.

Esse foi um dos fatores para a forte alta do dólar nos últimos dias. No entanto, é importante lembrar que com um crescimento do IBC-Br acima do esperado, a arrecadação também pode subir, evitando um déficit e uma nova emissão de dívida. Isso atrai o investidor, aumentando a demanda por real e por consequência faz o dólar valer menos em relação à nossa moeda.

Mercado internacional também alivia situação do dólar

Além dos motivos domésticos, receios internacionais fizeram o dólar subir nos últimos dias. O principal deles é a perspectiva de que o Banco Central americano, o Federal Reserve (FED), ter que manter ou até mesmo elevar a taxa de juros atual, que está no intervalo de 5% a 5,25%.

Publicidade

Segundo Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master, isso aconteceria após os EUA apresentarem dados econômicos acima do esperado, o que inibe a tão desejada queda de juros. “Os dados do varejo vieram acima do esperado. Isso está provocando uma forte desvalorização das moedas emergentes por estresse no mercado financeiro”, explica Gala.

As vendas no varejo nos EUA subiram 0,7% em março ante fevereiro. Segundo o consenso reunido pela FactSet, o número ficou acima das estimativas dos analistas, que esperavam uma alta de 0,4%. Na avaliação de Gala, os resultados estão fazendo com que o mercado norte-americano precifique os juros longos a 4,7%, máxima desde outubro. “O mercado caminha para conclusão de que o tão sonhado início do corte de juros do Fed pode ser prorrogado novamente. Dessa vez, o corte começaria em setembro”, afirma.

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, apontou ontem que devido à resiliência da economia, o ideal é deixar a política monetária em um território restritivo pelo tempo que for necessário. Ele também argumentou que os dados não trazem confiança para cortar juros.

Por que o dólar vale mais que o real?

A cotação do real ante o dólar é um indicador estruturante da economia. Isso acontece pela importância da divisa norte-americana no mercado de câmbio, além de ser a moeda oficial utilizada no comércio internacional.

O dólar se firmou como a principal moeda do mundo no século 20. Na Primeira e na Segunda Guerra Mundial as potências envolvidas gastaram grande parte de suas reservas em despesas bélicas, os estoques de ouro ficaram, portanto, escassos. Ao fim destes conflitos, os EUA se consolidaram enquanto potência mundial e sua moeda tornou-se dominante nos mercados globais. Assim, a maioria dos negócios entre os países passou a acontecer por meio da moeda norte-americana.

Publicidade

As operações de câmbio ocorrem entre quaisquer moedas, mas é em relação ao dólar que se compara o quanto elas estão valorizadas. Na hora de trocar reais por pesos chilenos, por exemplo, a relação dessas moedas frente ao dólar dá lastro à troca.

Essa é a razão por que se fala tanto na balança comercial. Quando um país exporta muito, como o Brasil, embora as commodities tenham menor valor agregado – ou recebe muitos turistas, entram mais dólares na economia local. Já quando importa muito, é necessário comprar mais produtos em preço americano e isso se torna desfavorável às contas públicas.

* Colaboração de Cecília Mayrink

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • EUA
  • Internacional
Cotações
28/02/2026 16h04 (delay 15min)
Câmbio
28/02/2026 16h04 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    IR 2026: o que realmente muda e o que é mito na nova fase de fiscalização da Receita

  • 2

    Instabilidade política nos EUA enfraquece o dólar como porto seguro e beneficia Trump

  • 3

    Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda com Vale (VALE3) em baixa e repercussão do balanço da Nvidia

  • 5

    Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: veja 2 exemplos de bloqueio do saldo do FGTS
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 motivos para cair na malha fina
Últimas: Investimentos
Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’
Investimentos
Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’

Após pior desempenho em décadas e queda frente ao real, moeda americana deixa de ser consenso; especialista defende foco em ativos globais e alternativos

27/02/2026 | 18h06 | Por Isabela Ortiz
Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026
Investimentos
Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

Relatório organiza carteiras de ETFs para este ano combinando proteção, renda e temas estruturais em meio a tensões geopolíticas, juros altos e rotação de fluxos globais

27/02/2026 | 08h53 | Por Isabela Ortiz
Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor
Investimentos
Banco do Brasil: 8 sinais por trás da alta de 25% e 11 alertas no radar do investidor

Alta recente contrasta com lucro pressionado, inadimplência no agro e ROE abaixo dos pares; o 1T26 pode definir se o rali se sustenta

27/02/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Nubank no 4T25: analistas veem balanço 'menos empolgante' apesar de lucro recorde de US$ 894 mi; veja as recomendações
Investimentos
Nubank no 4T25: analistas veem balanço 'menos empolgante' apesar de lucro recorde de US$ 894 mi; veja as recomendações

Safra vê potencial de alta, enquanto XP Investimentos cita provisões e despesas como riscos

26/02/2026 | 12h39 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador