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Investimentos

Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’

Após pior desempenho em décadas e queda frente ao real, moeda americana deixa de ser consenso; especialista defende foco em ativos globais e alternativos

Por Isabela Ortiz

27/02/2026 | 18:06 Atualização: 27/02/2026 | 18:06

Dólar em queda global, fluxo estrangeiro forte na B3 e Ibovespa em máximas históricas marcam a mudança no regime de risco dos mercados em 2026. (Foto: Adobe Stock)
Dólar em queda global, fluxo estrangeiro forte na B3 e Ibovespa em máximas históricas marcam a mudança no regime de risco dos mercados em 2026. (Foto: Adobe Stock)

O dólar deixou de ser consenso entre os investidores globais. Após encerrar 2025 com a pior performance em décadas e acumular queda superior a 6% frente ao real neste início de ano, a moeda americana passou a refletir não apenas expectativas de política monetária, mas também um prêmio crescente de risco institucional nos Estados Unidos, intensificado pela nova rodada de tarifas anunciada por Donald Trump. Enquanto o U.S. Dollar Index (DXY) opera nas mínimas (recua 2,57% no ano) em quase quatro anos, o Ibovespa renova recordes, impulsionado por um fluxo estrangeiro que, só em janeiro, superou todo o volume registrado em 2025 na B3.

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No Brasil, o câmbio saiu de R$ 5,52 em janeiro para a região de R$ 5,12, acumulando queda superior a 6%. Ainda acima do patamar pré-pandemia (na casa dos R$ 4,50), o comportamento errático da moeda reflete um mercado menos disposto a tratá-la como porto seguro automático.

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É nesse ambiente que o E-Investidor conversou com Bruno Nunes, diretor de investimentos da Ghia Multi Familly Office para entender quais ativos globais (líquidos e alternativos) fazem sentido carregar em um mundo no qual o dólar já não é mais o único centro gravitacional do capital.

E-Investidor – O que vocês estão priorizando hoje na alocação internacional?

Bruno Nunes – O primeiro passo na alocação internacional tende a ser mais óbvio: ativos líquidos. Estamos falando de ações globais e renda fixa internacional, tanto em países desenvolvidos quanto em emergentes. Nesse contexto, o dólar não é o objetivo final, ele é apenas o veículo. Depois que o recurso é alocado, a exposição cambial pode mudar. Muitas empresas globais geram receitas em diversas moedas, não apenas em dólar.

Mas, para além dos ativos líquidos, acreditamos que o grande diferencial está nos investimentos alternativos. É um termo amplo, que engloba tudo aquilo que não é tradicional ou listado em bolsa. E essa classe tem um papel muito relevante porque impõe disciplina ao investidor.

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São investimentos com menor liquidez e prazos mais longos, o que força o investidor a fazer aquilo que os bons conselhos sempre recomendam: investir e esperar. Costumamos dizer que investir deveria ser como observar a grama crescer ou a tinta secar, algo difícil de fazer no dia a dia. Os ativos alternativos ajudam nesse processo e, historicamente, acabam oferecendo boas oportunidades de retorno.

Dentro desse universo, gostamos especialmente de ativos reais: infraestrutura, empresas que operam aeroportos, companhias de leasing [operação de aluguel] de grandes embarcações, por exemplo. Também olhamos para private equity [fundo que investe em empresas fora da Bolsa], investindo em empresas antes de se tornarem públicas, e venture capital [startups], buscando negócios em forte crescimento que podem se tornar os próximos grandes nomes globais.

Outro segmento relevante é o private credit [crédito privado] no exterior. No Brasil, crédito privado normalmente significa debêntures. Já lá fora, o private credit envolve empréstimos diretos a empresas, um mercado muito mais desenvolvido. Apesar de discussões recentes sobre riscos e possíveis excessos, seguimos confortáveis com esse tipo de alocação quando feita com bons parceiros.

Por que ainda faz sentido manter, ou até ampliar, a exposição a ativos dolarizados?

O ponto central é entender que investir não é apostar em moeda, mas em ativos que geram fluxo de caixa. Seja por meio de dividendos, juros, receitas operacionais ou retorno de projetos de infraestrutura, o objetivo é sempre o mesmo, alocar capital onde ele possa gerar valor ao longo do tempo.

Ao investir no exterior, o investidor não está apenas diversificando o risco Brasil, que é estruturalmente elevado, mas também ampliando o leque de oportunidades. Independentemente de ciclos positivos ou negativos no Brasil, o mundo continuará oferecendo alternativas diferentes, em outros setores, geografias e modelos de negócio.

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Diversificação não é espalhar dinheiro de forma aleatória. É combinar ativos que se complementam e reduzem o risco total do portfólio. Investir fora do País permite acessar histórias, setores e riscos diferentes, o que melhora essa construção.

O Brasil, apesar de ter o mercado de capitais mais desenvolvido da América Latina, ainda é limitado em termos de profundidade e variedade. Portanto, continuar investindo fora – o que implica, naturalmente, converter reais em dólar – é uma forma de acessar um universo de investimentos muito mais amplo e dinâmico.

Qual a principal dica que você deixa para o investidor que busca o dólar?

Investir no exterior permite acessar ativos de alta qualidade e teses alternativas com potencial de retorno diferenciado. Acreditamos que os investimentos alternativos ilíquidos são um dos caminhos para gerar destaque de rentabilidade em portfólios mais sofisticados.

No entanto, não é uma estratégia para todos. Exige maturidade, acompanhamento e compreensão dos custos e das restrições de liquidez. Quando bem utilizada, pode ser uma ferramenta poderosa; quando mal dimensionada, pode gerar frustrações.

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