O cobre com entrega prevista para dezembro caiu 2,62%, a US$ 4,0890 por libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Na London Metal Exchange (LME), às 14h43 (horário de Brasília), a tonelada do cobre para três meses recuava 2,35%, a US$ 8.940,00.
O PMI oficial para o setor de manufatura – que é relevante para metais – ficou aquém das expectativas, em 49,6, o que aponta para uma tendência de declínio, segundo o Commerzbank. Especialistas esperavam uma manutenção em 50,1. E embora o PMI privado elaborado pelo Caixin para o setor industrial tenha melhorado de 49,2 para 50,0, este é também o segundo valor mais fraco em 17 meses, e representa uma proporção menor da economia do que o PMI oficial, lembra o banco alemão.
Para a Capital Economics, a atividade industrial mais fraca deve exercer pressão de baixa maioria dos preços das commodities. Elem disso, “crucialmente”, diz a consultoria, as pesquisas foram conduzidas antes que a escassez de energia restringisse a atividade na semana passada, “então está claro que a manufatura estava lutando antes mesmo dos problemas de energia” recentes na China.
Ainda no noticiário, a mineradora australiana Fortescue interrompeu temporariamente suas operações em Solomon Hub, na região de Pilbara, após um colapso de solo causar a morte de um de seus funcionários.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado acima, a tonelada do alumínio recuava 1,87%, a US$ 2.857,00, enquanto a do níquel tinha queda de 2,03%, a US$ 17.970,00, a do chumbo caia 1,33%, a US$ 2.111,50, a do estanho caia 5,84%, a US$ 33.380,00, e a do zinco recuava 1,23%, a US$ 3.016,50.