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Criptomoedas

“Investidores institucionais continuam interessados em cripto”, diz head global da Coinbase

Ao E-Investidor, David Duong afirma que a queda do bitcoin é um dos reflexos da desordem geopolítica que tem contaminado os mercados globais

Por Daniel Rocha

09/02/2026 | 3:00 Atualização: 10/02/2026 | 9:49

David Duong é head global de research da Coinbase (Foto: Arte E-Investidor/Coinbase)
David Duong é head global de research da Coinbase (Foto: Arte E-Investidor/Coinbase)

Após dois anos marcados por sucessivos recordes, o bitcoin entrou em um ciclo de baixa que ainda não apresenta sinais claros de esgotamento. Apenas em 2026, a criptomoeda de maior valor de mercado já acumula uma queda superior a 20%. Mas, diferentemente dos ciclos anteriores, o movimento atual está mais associado ao ambiente macroeconômico adverso do que a uma eventual deterioração dos fundamentos.

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Segundo David Duong, head global de research da Coinbase, a combinação de juros elevados nos Estados Unidos por um período indeterminado e a escalada das tensões geopolíticas tem feito com que a alta volatilidade deixasse de ser um problema exclusivo apenas ao mercado cripto. Esse ambiente macroeconômico tem levado os investidores, sobretudo os institucionais, a adotar uma postura mais defensiva em suas alocações.

“Atualmente, há cerca de US$ 7 tri a US$ 8 trilhões parados em fundos de mercado monetário (fundos que investem em títulos de dívida de curto prazo) e contas de poupança. As pessoas preferem deixá-los lá, mesmo rendendo pouco, devido à desordem geopolítica”, diz Duong.

Esse comportamento, contudo, não significa que o interesse dos investidores institucionais por cripto tenha se dissipado por completo. Dados do relatório trimestral Charting Crypto, produzido pela Coinbase em parceria com a Glassnode e divulgado no fim de janeiro, mostram que quase 70% dos investidores institucionais consultados na pesquisa avaliaram a cotação atual do bitcoin como subvalorizada, enquanto outros 62% mantiveram ou aumentaram suas alocações em criptomoedas desde outubro do ano passado.

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Os investidores também passaram a priorizar estruturas de investimentos que os protejam de novas quedas e da volatilidade do mercado, o que sinaliza a preferência por exposição ao mercado, mas sob um risco controlado. Além desse movimento, Duong ressalta que os níveis de alavancagem dos investidores estão voltando a subir.

“Isso mostra que os investidores estão começando a assumir mais risco novamente, mas de forma cautelosa”, ressalta o executivo.

Ao E-Investidor, David Duong falou sobre o que esperar do bitcoin em 2026 e quais são os eventos macroeconômicos que podem cessar a derrocada do ativo digital ao longo do ano. Confira os principais trechos dessa conversa:

E-Investidor – A queda acentuada do bitcoin reflete uma mudança estrutural no apetite dos investidores ou é uma reação temporária ao ambiente de juros e volatilidade global?

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David Duong – Os investidores institucionais e profissionais continuam interessados em cripto. O problema é que a volatilidade está alta em todos os mercados, como as ações de tecnologia e metais preciosos. Há poucos lugares no mundo, fora o dinheiro em espécie, onde as pessoas se sentem confortáveis. Atualmente, há cerca de US$ 7 tri a US$ 8 trilhões parados em fundos de mercado monetário e contas de poupança. As pessoas preferem deixá-los lá, mesmo rendendo pouco, devido à desordem geopolítica. Um catalisador que poderia mudar isso seria o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) cortar as taxas de juros, o que ainda não aconteceu.

Qual é o principal sinal para observar em 2026 para avaliar se o mercado cripto está realmente melhorando?

Destaco dois indicadores principais. O primeiro é a alavancagem sistemática, medida pelo volume de posições em futuros e opções em relação ao valor total do mercado cripto (excluindo stablecoins). Em 2025, isso subiu de cerca de 4% para 10%, depois caiu para 3%. Agora está voltando lentamente para cerca de 4%. Isso mostra que os investidores estão começando a assumir mais risco novamente, mas de forma cautelosa. O segundo é a liquidez. Os dados indicam que a liquidez está melhorando, o que deveria apoiar os preços, mas o mercado não funciona isoladamente do resto do mundo.

Com o aumento das tensões geopolíticas e o foco da Casa Branca no Federal Reserve, ainda há espaço para avanços na regulação cripto nos EUA em 2026?

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Sim, há espaço. Eu estava olhando mercados de previsão recentemente e as chances de aprovação da lei Clarity Act [projeto de lei que busca definir de forma mais objetiva como os ativos digitais devem ser classificados] aumentaram bastante. Antes, as probabilidades estavam em torno de 22% a 25%, mas subiram para mais de 70% com aprovação até maio de 2026. A Casa Branca quer um acordo sobre os principais pontos ainda este mês. Muita gente vê isso como uma questão partidária, mas a regulação cripto tem apoio bipartidário. Existem democratas e republicanos favoráveis à legislação.

Dado esse cenário e a permanência dos fundamentos do bitcoin, há espaço para novos recordes em 2026?

Novos recordes não estão no radar agora. As pessoas ficariam satisfeitas apenas em ver o preço acima dos níveis atuais. Uma recuperação é possível, mas o primeiro passo é encontrar um fundo sólido. Muitos olham para a faixa entre US$ 60 e US$ 65 mil como possível suporte, embora isso não seja garantido. Se o bitcoin conseguir recuperar níveis importantes, como US$ 78 ou US$ 82 mil, pode ganhar novo impulso de alta. Para investidores de longo prazo, com horizonte de 3, 5 ou 10 anos, os níveis atuais começam a parecer atrativos. Mas ainda há preocupação com custos de financiamento e falta de liquidez. Esses fatores precisam melhorar antes de um movimento mais forte.

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