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Brasil negocia menor número de blocos de petróleo já visto em rodada

O Brasil negociou apenas 5 dos 92 blocos, todos para a Shell

Por Reuters

07/10/2021 | 12:40 Atualização: 07/10/2021 | 12:40

Fonte: Shutterstock/Red ivory/Reprodução
Fonte: Shutterstock/Red ivory/Reprodução

O Brasil negociou apenas 5 dos 92 blocos exploratórios de óleo e gás ofertados na 17ª Rodada de Licitações nesta quinta-feira (7), o menor número de ativos arrematados em um leilão sob regime de concessão no país, em um certame marcado por grande risco exploratório e impactos da pandemia de covid-19.

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A anglo-holandesa Shell — maior produtora de petróleo do Brasil depois da Petrobras — foi a única a participar do leilão como operadora, ao arrematar quatro blocos sozinha e um em parceria com a colombiana Ecopetrol, todos na Bacia de Santos.

O bônus de assinatura somado da rodada foi de 37,14 milhões de reais, o segundo menor da história dos leilões de concessão do país, atrás apenas da 5ª Rodada, realizada em 2003, quando foram arrecadados 27,45 milhões de reais.

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A rodada também ofertou blocos nas bacias de Campos, Pelotas e Potiguar e teve apenas nove empresas inscritas, menor número já registrado para um leilão de concessão no país. Algumas áreas da licitação ficam próximas a regiões ambientalmente sensíveis, como Atol da Rocas e Fernando de Noronha.

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Rodolfo Saboia, atribuiu o resultado ao grande risco exploratório das áreas ofertadas e ao cenário internacional, com petroleiras ainda se recuperando de impactos financeiros devido à pandemia de covid-19.

“As empresas estão se refazendo de um período muito difícil e estão muito seletivas em seus investimento, e acreditamos que essas circunstancias possam ter impactado no interesse: basicamente o elevado risco exploratório e o contexto atual de recuperação das empresas”, afirmou Saboia, em coletiva com jornalistas para explicar os resultados.

O diretor-geral ponderou ainda que o processo de transição energética para uma economia de baixo carbono, em curso em todo mundo, também deve ser levado em consideração, embora o petróleo ainda tenha um papel relevante.

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“Não podemos deixar de ter sempre em mente que estamos vivendo um período de transição energética no mundo… porém o petróleo ainda terá que desenvolver papel importante nessa transição, para que não haja crise de energia resultante de uma redução drástica de investimentos de sua produção”, afirmou.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, confirmou a realização da 2ª Rodada dos excedentes da cessão onerosa, em 17 de dezembro, e disse que poderá haver ainda neste ano um leilão da oferta permanente, dependendo do interesse da indústria.

Segundo ele, os blocos não arrematados deverão fazer parte do esquema de ofertas permanentes.

Albuquerque destacou ainda que o país vem trabalhando para aumentar a atratividade de investimentos nas áreas de petróleo e gás, incluindo melhorias no processo de obtenção de licenças ambientais.

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Algumas melhorias realizadas recentemente e apontadas por eles foram a redução de royalties sob produção incremental e redução de royalties para pequenas e médias empresas, dentre outros.

EXPANSÃO DA SHELL

Com o resultado da rodada, a Shell ampliou seu portfólio no Brasil, passando a deter 28 blocos exploratórios, um campo em desenvolvimento e 14 campos em produção.

“O leilão de hoje demonstra mais uma vez a continuidade de nossos investimentos no Brasil, país que já responde por cerca de 13% da produção total de óleo e gás da empresa mundialmente”, disse em nota o presidente da Shell Brasil, André Araujo.

Os blocos arrematados apenas pela anglo-holandesa nesta quinta-feira foram S-M-1707, S-M-1715, S-M-1717 e S-M-1719. Já no S-M-1709 a Shell terá participação de 70%.

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