Por volta das 06h40 (de Brasília), o índice Stoxx 600, que reúne as principais ações do continente, subia 0,28%, a 489,86 pontos.
A França registrou ontem mais de 179 mil infecções por covid-19, o maior número diário desde o início da pandemia. Portugal também renovou recorde de diagnósticos positivos, com 17 mil. Na Espanha, governos regionais decidiram limitar as celebrações pela chegada de 2022, para conter a disseminação do vírus.
Na Inglaterra, foram confirmados 117 mil casos, mas o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, reiterou que não pretende impor novas restrições à mobilidade antes do final do ano. O agravamento da pandemia tira fôlego do tradicional rali de fim de ano dos mercados acionários. Os papéis de empresas ligadas ao setor de viagens são os mais penalizados, diante dos temores de que fronteiras voltem a ser fechadas. A maioria dos governos, no entanto, tem evitado decretar restrições duras.
No horário citado acima, Londres emergia como destaque entre as praças europeias, em alta de 1,02%. Já Frankfurt recuava 0,16%, Milão cedia 0,11% e Madri baixava 0,23%. Por outro lado, Paris defendia leve alta de 0,05%, enquanto Lisboa avançava 0,32%. No câmbio, o euro diminuía a US$ 1,1278 e a libra, a US$ 1,3420.