• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

A eliminação de Cristiano Ronaldo e o impacto nos seus investimentos

Se até ele pode não dar nenhum chute a gol e o Tesouro Pré-Fixado ter rendimento negativo, o que fazer?

Por Vitor Miziara

22/03/2022 | 7:34 Atualização: 22/03/2022 | 7:34

Receba esta Coluna no seu e-mail
Essa foi a terceira vez na história que Cristiano Ronaldo não chutou a gol em jogos pela Liga dos Campões. Foto: Craig Brough/Reuters
Essa foi a terceira vez na história que Cristiano Ronaldo não chutou a gol em jogos pela Liga dos Campões. Foto: Craig Brough/Reuters

Em 15 de março, o Manchester United foi eliminado da Liga dos Campeões. Mas o grande destaque foi a atuação do Cristiano Ronaldo.

Leia mais:
  • Com juros e inflação mundial, chegou a hora do dólar
  • Até o conservador deveria investir em ações com juros a 12% ao ano
  • O que realmente importa na temporada de resultados?
Cotações
12/02/2026 9h26 (delay 15min)
Câmbio
12/02/2026 9h26 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esse não é um artigo sobre futebol, mas sobre as surpresas, riscos e apostas que podem colocar tudo a perder no mundo dos investimentos e que faz um paralelo com a atuação e eliminação do Cristiano Ronaldo.

Perder ou ganhar está sempre nas apostas, mas o que veio como surpresa e quebrou todas as expectativas foi o fato de que o Cristiano Ronaldo deixou o jogo sem nenhuma finalização, nenhum chute a gol, nenhum passe decisivo sequer.

Publicidade

Assim como no mercado, o histórico de economia e situações nos ajudam nas decisões dos investimentos mas há sempre aquele “e se…” que pode ocorrer, o tão conhecido “cisne negro”, conceito criado pelo filósofo Nassim Taleb, que pode ser considerado como um momento de crise ou evento raro.

Essa foi a terceira vez na história que o atacante não chutou a gol em jogos pela Liga dos Campões. As últimas duas vezes que isso aconteceu foi em 2011 e 2003. A derrota e eliminação do time era algo que estava no risco, mesmo com menores chances. Mas a “aposta” de que não haveria um chute pelo atacante, isso sim pode ser considerado um cisne negro.

Nos investimentos, a avaliação de todo e qualquer cenário deveria ser feita sempre, considerando mesmo o menor e improvável risco. Quando falamos em Brasil então…a probabilidade de algo que não está no radar aparecer é sempre maior.

Você lembra do áudio divulgado em 2017 do ex-presidente Michel Temer conversando com o Joesley da JBS? Lembra da troca surpresa que Jair Bolsonaro fez do presidente da Petrobras? Até o Fantástico as vezes aparece com algumas matérias que deixam muitos investidores sem dormir até segunda feira.

Publicidade

Nunca vamos evitar os eventos que ninguém espera. E quando falamos em investimentos, esses são os que mais doem nos bolsos dos investidores, já que o mercado não havia precificado nada e na hora do desespero, do susto e do stress, ninguém faz conta. São quedas de 20%, 30% ou até mais…

Até mesmo quem investe em Renda Fixa pode sofrer já que os títulos sofrem marcação a mercado e qualquer stress na curva de juros pode jogar o preço unitário do título lá pra baixo. Em 2021, diversos títulos do Tesouro (pré fixados) tiveram desempenho negativo, trazendo uma novidade e pânico para investidores conservadores e/ou iniciantes.

A questão é: se até o Cristiano Ronaldo pode não dar nenhum chute ao gol e o Tesouro Pré-Fixado ter rendimento negativo, o que fazer?

Há diversas formas de se proteger contra um aumento da volatilidade, contra quedas bruscas e até mesmo contra eventos improváveis. Tudo tem um preço, assim como o seguro de um carro em que pagamos torcendo para nunca ter que usar, mesmo achando que seria bom ter um retorno da seguradora.

Publicidade

O ideal é ter sempre parte da carteira “hedgeada” (protegida) contra o mercado como um todo ou contra o dólar, juros, inflação, algum setor especifico que tenha na sua carteira.

No fim das contas você vai gastar para se proteger, mas vai dormir mais tranquilo, principalmente aqui no Brasil, eu garanto.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investidores
  • Investimentos
  • mercado
  • Renda fixa
  • Riscos
  • Tesouro Prefixado

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje renova recorde histórico após payroll nos EUA e falas de Galípolo

  • 2

    Ouro e dividendos: ainda faz sentido investir no metal em 2026?

  • 3

    IPCA de janeiro reforça cenário para corte maior da Selic; veja o impacto nos investimentos

  • 4

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 5

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

Publicidade

Quer ler as Colunas de Vitor Miziara em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Abono PIS/Pasep: como são os pagamento pela Caixa Econômica Federal?
Logo E-Investidor
Abono PIS/Pasep: como são os pagamento pela Caixa Econômica Federal?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: entenda a isenção no contracheque
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: entenda a isenção no contracheque
Imagem principal sobre o Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS 2026: os pagamentos de fevereiro já começaram?
Imagem principal sobre o Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Logo E-Investidor
Saldo retido FGTS: segunda etapa de pagamentos para nascidos entre setembro e dezembro começou
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com a sua geladeira
Imagem principal sobre o Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Logo E-Investidor
Bolsa Família realiza pagamentos nesta semana? Entenda
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Últimas: Colunas
Queda estrutural da inflação vai precisar de alguns anos de atingimento da nova meta
Marcelo Toledo
Queda estrutural da inflação vai precisar de alguns anos de atingimento da nova meta

Queda do IPCA abre espaço para cortes na Selic, mas desafios estruturais seguem no radar

11/02/2026 | 16h25 | Por Marcelo Toledo
Thiago de Aragão: O ponto cego do mercado de títulos do Tesouro dos EUA
Thiago de Aragão
Thiago de Aragão: O ponto cego do mercado de títulos do Tesouro dos EUA

A operação de basis sustenta a liquidez dos Treasuries, mas alavancagem elevada e novas regras podem virar risco sistêmico

11/02/2026 | 14h23 | Por Thiago de Aragão
Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste
Katherine Rivas
Na escolinha dos bancos, o Itaú é o melhor aluno da turma e o resto só assiste

Banco empilha resultados fortes, lidera em rentabilidade e mostra por que ainda está anos à frente da concorrência

10/02/2026 | 18h08 | Por Katherine Rivas
Aos traumatizados do Master, há alternativa – e não é outro CDB
Luciana Seabra
Aos traumatizados do Master, há alternativa – e não é outro CDB

Caso do Banco Master expõe riscos ignorados em CDBs e reforça a importância de entender crédito privado antes de investir

10/02/2026 | 14h43 | Por Luciana Seabra

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador