Ainda nos EUA, a semana tem o monitoramento do encontro de líderes do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington, com os investidores cautelosos diante da inflação global e os desdobramentos do conflito no leste europeu. Assim, no começo da tarde, os principais índices acionários norte-americanos operavam no negativo.
Diante de mais uma semana curta, por conta do feriado de Tiradentes na quinta-feira, o Ibovespa seguiu em queda ao longo de toda manhã, pressionado pelos mercados externos e pela piora na percepção de risco fiscal do país, devido à paralisação de servidores públicos em prol de reajuste salarial. Além disso, há a possibilidade de um manifesto de caminhoneiros reivindicando contra o preço dos combustíveis.
Mais cedo, foi conhecido o IGP-10 que subiu 2,48% em abril ante 1,18% em março, impulsionado principalmente pela alta dos combustíveis deflagrada no final de fevereiro pela guerra Rússia-Ucrânia. Assim, às 14h20 o Ibovespa tinha queda de 0,15% cotado aos 16.007 pontos. No câmbio, o real voltou a se fortalecer frente ao dólar, com a moeda americana em queda de 0,75% cotado aos R$ 4,66.