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Colunista

A educação financeira virou um negócio lucrativo

As empresas estão começando a entender que a geração de conteúdo gratuito é uma isca para atrair o público

Por Fabrizio Gueratto

10/05/2022 | 7:23 Atualização: 10/05/2022 | 7:23

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Dário Salles, da Parciom. Crédito: Robson Gomes
Dário Salles, da Parciom. Crédito: Robson Gomes

A educação financeira deixou de ser apenas um meio de transformação na vida das pessoas. Virou um negócio lucrativo que movimenta bilhões, com influenciadores, infoprodutos, aquisição de clientes pelas instituições financeiras, investimentos e concessão de crédito.

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Hoje, é praticamente impossível ver bancos como Santander (SANB11), Bradesco (BBDC4), Modal (MODL11) ou XP Investimentos (XPBR31), sem uma área educacional.

Falar de finanças se tornou lucrativo?

Mas agora uma mudança está acontecendo. As startups, empresas tradicionalmente com menos estrutura e recursos, conseguiram enxergar que a estratégia de oferecer educação financeira para os clientes ajuda a reduzir o custo do CAC (custo de aquisição de cliente) e até mesmo o CACa (custo de aquisição de cliente ativo).

É um círculo virtuoso em que todos ganham e o País é transformado. Resumindo, falar de finanças virou algo muito, mas muito lucrativo.

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A prova disso é a startup Parciom, fundada em 2018. A fintech é focada em atender pessoas jurídicas de pequeno e médio porte que encontram dificuldades junto aos bancos. Conversando com o fundador, Dário Salles, ele me disse a seguinte frase: “Nós somos o canivete-suíço do pequeno e médio empreendedor. Nós conseguimos atendê-lo desde a base do processo, fornecendo educação financeira através da Parciom Academy, até a concessão do crédito na última ponta. Nós entendemos que o conteúdo é um dos pilares fundamentais para o crescimento de qualquer startup”.

Onde existe problema, existe oportunidade

O movimento também está sendo percebido pelos grandes players. O executivo Marcello Gonçalves, da Domo Invest e sócio-investidor de unicórnios como Gympass, Loggi e Hotmart, entende que onde existe um problema existe também uma oportunidade: “O mercado bancário, por exemplo, é altamente concentrado no Brasil e quem perde é o cliente, seja ele pessoa física ou jurídica. As fintechs estão democratizando o acesso a serviços e capital em condições muito mais amigáveis e justas. Além disso, entenderam que a transparência que oferecem através da educação financeira gera confiança e a confiança gera negócio”.

No começo do canal, antes de impactar milhões de pessoas todos os dias através do meu conteúdo nas redes sociais e parcerias como a Eletromidia (ELMD3), eu também não tinha a ideia exata de que um canal de finanças poderia gerar milhões de receita com diversas unidades de negócio.

Este é um fenômeno recente e uma prova da transformação pela qual o mundo está passando e que tende a acelerar cada vez mais. Prova disso é o metaverso, algo que poucos conhecem, mas com potencial gigantesco e escalável.

Influenciadores levam mais de 70% de novos investidores para a B3

As empresas estão começando a entender que a geração de conteúdo gratuito é uma excelente isca para atrair o público e colocá-lo dentro de um funil de vendas para depois conseguir converter este cliente.

Só para se ter uma ideia, 73% dos novos investidores da bolsa de valores são impactados pelos influenciadores de finanças. Na prática, isso quer dizer que, quem vai trazer novos investidores para a B3 (B3SA3) são os educadores financeiros, que com um celular e uma internet impactam milhões de pessoas todos os dias.

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