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Negócios

Expectativas para ações da XP ‘não são das melhores’, diz analista

Papéis na Nasdaq e BDRs negociados no Brasil estão em queda após divulgação de números do 1° tri

Por Jenne Andrade

06/05/2022 | 14:14 Atualização: 06/05/2022 | 14:14

Ações da XP sofrem no presente e devem continuar pressionados no médio prazo. Foto: Aline Bronzati/Estadão
Ações da XP sofrem no presente e devem continuar pressionados no médio prazo. Foto: Aline Bronzati/Estadão

Os papéis da XP Inc. (XP) na Nasdaq passam por uma semana amarga. Até o fechamento da última quinta-feira (5), tanto as ações em Nova York quanto os BDRs (XPBR31) negociados na B3 acumularam queda 12,9%. Às 13h28 desta sexta (6), os ativos na bolsa estrangeira mantinham o forte movimento vendedor, com uma baixa de 3,43%, aos US$ 20,70. No mercado brasileiro, os recibos caíam 2,60%, aos R$ 103,93.

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A derrocada acontece na esteira da deterioração do cenário econômico americano e da repercussão dos números do 1° trimestre de 2022. A XP é considerada uma empresa de crescimento, ou seja, muito do valor atribuído a ela no presente depende das expectativas de expansão futuras.
Com juros mais altos nos EUA e no Brasil, o crescimento desse tipo de companhia é afetado.

Consequentemente, os papéis sofrem no presente e devem continuar pressionados no médio prazo. “As expectativas para as ações da XP não são das melhores. Estamos vendo nos últimos dias como o mercado está refletindo toda essa expectativa de alta dos juros nos EUA. Para a empresa não é bom, porque o pessoal vê a companhia como uma empresa de crescimento, que acaba perdendo bastante com o juro subindo”, explica Fabiano Vaz, analista da Nord Research.

Impacto dos resultados

Os resultados do 1° trimestre deste ano, divulgados na última quarta (4), também dividiram opiniões. Na data, as ações da empresa fecharam em baixa de 7,46% na Nasdaq.

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A XP Inc. encerrou os primeiros três meses do ano com um lucro líquido ajustado de R$ 987 milhões,  um avanço de 17% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita bruta teve um crescimento anual de 17%, para R$ 3,2 bilhões, e o EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado cresceu 14%, para R$ 1,2 bilhão.

De acordo com Vaz, os dados vieram bastante em linha com o esperado. O ponto negativo teria sido o segmento de mercado de capitais, cuja receita bruta total caiu 48% em relação ao 1° tri de 2021, passando de R$ 234 milhões para R$ 121 milhões. De acordo com a XP, a volatilidade e incertezas nesses primeiros meses do ano impactaram essa linha de resultados.

“De maneira geral foi um resultado bom”, afirma Vaz. “O varejo continua sendo o principal negócio da XP. Eles tiveram uma alta de 22% nesse segmento em relação ao mesmo trimestre do ano passado, e isso acabou refletindo em um crescimento de 16% das receitas de varejo no período.”

Já para o UBS, a principal preocupação está na contração sequencial do ‘take rate’, ou seja, na comissão média da empresa na prestação de serviços ao investidor pessoa física. Na visão da instituição, as receitas de varejo também perderam um pouco de importância no mix de recursos da empresa.

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Na comparação com o 4° trimestre de 2021, a receita bruta do varejo contraiu 11%, enquanto as receitas institucionais cresceram 68%. Mesmo com a queda de 27,9% em 2022 (até o fechamento de 5 de maio), o UBS mantém visão neutra para XP. O banco ressalta também o impacto das vendas das participações de Itaú e Itausa, atuais acionistas da empresa, nos papéis.

A Itaúsa já teria embolsado R$ 1,8 bilhão com a venda de 12 milhões de ações classe A da XP Inc, conforme fato relevante divulgado em março deste ano, e deve vender outras 24 milhões de ações ao longo de 2022.

Também é esperado que o Itaú (ITUB4) reduza sua fatia de 11,36% na companhia nos próximos meses, o que torna desfavorável o cenário para os papéis da XP no médio prazo. “Além disso, pares internacionais (como Charles Schwab) também sofreram algumas depreciações, o que também está afetando o desempenho da XP”, afirma o UBS.

 

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