Vale destacar os movimentos do S&P 500 e Dow Jones que fecharam com altas próximas de 2%. A disposição do governo americano para retirar algumas das tarifas impostas a produtos chineses e um dado melhor do que o esperado na Alemanha também contribuíram para a boa performance dos índices no exterior. Outro destaque do dia foi o enfraquecimento do dólar no exterior. No mercado de commodities, o petróleo fechou sem um sinal único, após uma sessão sem muitos direcionadores. O minério de ferro, por sua vez, fechou em alta nesta madrugada na China.
No Brasil, em dia de agenda econômica vazia, o Ibovespa foi beneficiado pela alta das bolsas em NY e pela queda do dólar. Assim, ao final do pregão, o índice era negociado aos 110.346 pontos com alta de 1,71% e giro financeiro de R$ 26 bilhões. Dentre os setores, destaque para os papeis ligados às commodities como Petrobras, Vale e siderúrgicas.
O dólar vs. real fechou o dia em queda de 1,41%, cotado a R$4,81. Por fim, os juros futuros terminaram a sessão em queda nos vencimentos de médio e longo prazos. Além do impulso do exterior, a curva refletiu a melhora no câmbio e o projeto do ICMS que deve ser votado amanhã na Câmara. Na agenda desta terça-feira, destaque para a divulgação do IPCA-15 de maio.