“O blockchain é uma tecnologia que veio para ficar, mas temos visto uma preocupação grande com os criptoativos. Um problema é a concentração da custódia, com 80% das criptomoedas estão concentradas em quatro empresas“, afirmou, em audiência pública extraordinária na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados.
Campos Neto lembrou que os projetos de regulamentação de criptoativos que tramitam no Congresso permitirão ao BC fiscalizar as corretoras, exigindo sede no Brasil e verificando se possuem lastro. “Gostamos das duas versões de projetos sobre regulação de criptomoedas, tanto o da Câmara quanto o do Senado. Depois teremos outra versão de projeto de criptomoedas para complementar”, adiantou.
O presidente do BC afirmou que o órgão também tem monitorado o uso de criptoativos em fraudes de importações, por meio de operações cambiais de menor valor, depois complementadas por meio de criptomoedas sem declaração.