De acordo com ela, a guerra na Ucrânia, que elevou os preços globais de energia, tem pesado sobre a economia europeia e de outras regiões do mundo. No curto prazo, a atividade no bloco monetária seguirá pressionada por conta da crise energética, disse.
Apesar das perspectivas de curto prazo ruins, as condições para que a economia siga crescendo e recuperando no médio prazo persistem, destacou Lagarde.
Neste cenário incerto, a dirigente reforçou que o BCE manterá “opcionalidade, flexibilidade, dependências de dados e gradualismo” na condução da política monetária, que começará a ser normalizada em julho.
Lagarde ainda destacou que as condições para a estabilidade financeira da zona do euro pioraram desde a última avaliação do BCE, em dezembro.