Para ela, um ajuste de 0,75 ponto porcentual “adiciona incertezas políticas” ao processo de aperto monetário em meio à redução do balanço de ativos.
George reconheceu que o argumento em favor da remoção da postura acomodatícia é “claro”, à medida que a inflação não mostra sinais de desaceleração. No entanto, a dirigente disse considerar “importante” a velocidade de normalização das taxas. “Mudanças políticas afetam a economia com atraso e mudanças significativas e abruptas podem ser turbulentas para famílias e pequenas empresas“, ressaltou.
Segundo ela, os ajustes têm implicações para a curva de juros e os modelos de empréstimos de bancos. “Compartilho do forte compromisso do comitê em reduzir a inflação e conquistar nosso mandato de estabilidade de preços no longo prazo”, assegurou.