“As consequências econômicas da invasão da Rússia aumentaram a volatilidade das taxas de câmbio, o que pode ter implicações adversas para a estabilidade econômica e financeira”, diz comunicado emitido pelo Departamento do Tesouro.
Levando em conta a guerra da Ucrânia e suas repercussões, a declaração aponta: “forneceremos suporte bem direcionado e construiremos uma cadeia de suprimentos mais resiliente e forte em estreita colaboração com países e organizações internacionais com ideias semelhantes”.
Os representantes trataram com atenção questões da dívida global. “Enfatizamos o papel crítico da coordenação dos credores para garantir uma repartição justa dos encargos entre todos os credores no tratamento da dívida para países vulneráveis de renda média, notadamente o Sri Lanka”, diz o documento.
Em mudanças climáticas, a dupla reafirmou o compromisso de atingir zero emissões líquidas de carbono em toda a economia até 2050. Já sobre taxações globais, os representantes reafirmaram apoio à proposta atual que existe no âmbito da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O encontro ocorreu em Tóquio como uma reunião bilateral que antecede o G20 financeiro, que ocorre nesta semana na Indonésia.