Neste cenário, os índices futuros de Nova York esboçam alguma reação nesta manhã de quarta-feira, embora de forma moderada e bastante errática, enquanto as principais Bolsas da Europa recuam. O DXY, que mede o desempenho do dólar frente à outras moedas, opera com viés de baixa após sucessivas altas nas últimas sessões, enquanto os contratos futuros do petróleo avançam, buscando uma recuperação após o tombo de mais de 7% na véspera.
No Brasil, além da volatilidade trazida pelo vencimento de opções sobre o índice, o mercado deve reagir à indefinição fiscal, uma vez que os investidores ainda aguardam a votação, na Câmara, dos destaques e o segundo turno da PEC dos Benefícios, depois que o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), suspendeu a sessão ontem à noite, sem mencionar a aprovação da LDO.
Agenda econômica 13/07
Brasil: O IBGE divulga as vendas do varejo relativas ao mês de maio (9h), cuja estimativa aponta para alta mensal de 0,9% no conceito restrito e de 1,7% para o ampliado. Além disso, o Banco Central publica os dados parciais do fluxo cambial (14h30).
EUA: Destaque para o CPI (9h30), o índice de preços ao consumidor, cujas expectativas indicam aceleração do indicador para 1,1% em junho relação a maio e a 8,8% na comparação interanual. Durante à tarde (15h), será publicado o Livro Bege.
China: As exportações cresceram mais do que o esperado em junho, após o afrouxamento das restrições. A Administração Geral de Alfândegas apontou que o superávit comercial do país ficou em US$ 97,94 bilhões em junho, ante US$ 78,8 bilhões em maio, enquanto as projeções apontavam para US$ 76,9 bilhões.
As exportações aumentaram 17,9% em relação ao ano anterior no mês passado, superando a previsão de aumento de 12%, enquanto as importações subiram 1% em relação ao ano anterior em junho, abaixo do crescimento de 3,6% esperado.