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Educação Financeira

5 melhores investimentos para reserva de emergência

A modalidade faz parte de uma cultura de educação financeira para ter uma vida mais estável

Por E-Investidor

19/07/2022 | 10:30 Atualização: 19/07/2022 | 19:25

Ao investir a reserva de emergência, a liquidez é uma característica mais importante do que a rentabilidade. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
Ao investir a reserva de emergência, a liquidez é uma característica mais importante do que a rentabilidade. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

A reserva de emergência é uma proteção financeira contra situações imprevisíveis, como perda de emprego, conserto ou substituição de itens que estragaram e tratamento de saúde.

Leia mais:
  • Como construir e manter uma reserva de emergência com a inflação alta
  • Os principais erros na hora de fazer a reserva de emergência
  • 5 investimentos com a segurança da poupança, mas melhor rendimento
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A modalidade faz parte de uma cultura de educação financeira para ter uma vida mais estável e tranquila, mas que ainda não é hábito da maioria dos brasileiros.

“A reserva de emergência também é o ponto de partida para construir uma carteira de investimentos”, ressalta André Souza, assessor da Miura Investimentos.

A reserva de emergência precisa de rentabilidade para manter poder de compra frente à inflação. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Ao investir a reserva de emergência, a liquidez é uma característica mais importante do que a rentabilidade. “Em hipótese nenhuma se deve aplicar essa reserva em produtos voláteis”, alerta Eduardo Edart, especialista em investimentos.

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A caderneta de poupança é o primeiro investimento que vem à cabeça de muitas pessoas. No entanto, outros produtos podem ser seguros e até mais rentáveis. Confira cinco opções para investir sua reserva de emergência.

1. Contas digitais

Muitas instituições oferecem contas digitais com remuneração vinculada à taxa de Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que acompanha os juros da taxa do Sistema Especial de Liquidação de Custódia (Selic).

Essa foi a opção escolhida por Priscila Somera, nômade digital responsável pelo canal de YouTube Mundo Ao Vivo. Em alguns casos, o rendimento pode superar os 100% do CDI. No entanto, nem sempre esse tipo de investimento é garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), pois não é oferecido por bancos, sendo considerado de alto risco.

2. CDB

O Certificado de Depósito Bancário (CDB), oferecido pela maioria das instituições financeiras, é outra opção mais segura para a reserva de emergência. “Gosto do CDB para investimentos de um prazo um pouco maior”, afirma Somera.

Em caso de falência do banco, o FGC assegura os depósitos de até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). “Por isso, o banco emissor não é tão importante”, indica Edart. O mais recomendado é procurar as aplicações com liquidez diária e com uma rentabilidade próxima a 100% do CDI.

Os rendimentos são tributados com Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para resgates em prazo inferior a 90 dias e pela tabela regressiva do Imposto de Renda (IR).

3. Fundos de Renda Fixa

Os Fundos de Renda Fixa de perfil conservador a moderado e alta liquidez, com D+0 (resgate da aplicação no mesmo dia) ou D+1 (resgate da aplicação no dia seguinte à solicitação), são recomendados para investimentos de reserva de emergência. “Isso garante que a pessoa não seja surpreendida com os riscos que o mercado oferece”, explica Souza.

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Uma das grandes vantagens dessas aplicações é contar com a gestão de um profissional especializado no mercado financeiro.

No entanto, essa opção não conta com a proteção do FGC. Então, é importante analisar o perfil da instituição financeira que oferece o fundo de investimento.

O investidor também deve ficar atento à taxa de administração cobrada pelos fundos e à tributação sobre a rentabilidade, que ocorre da mesma forma que a do CDB.

4. Tesouro Direto

Título da dívida pública brasileira atrelada à Selic é o melhor para reserva de emergência. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

O Tesouro Direto é uma das formas mais recomendadas para fazer a reserva de emergência. Mesmo sem contar com a proteção do FGC, o investimento conta com a segurança oferecida pelos títulos de dívida pública, que oferecem baixo risco.

Existem diversas modalidades de aplicação do Tesouro Direto. A ideal para a reserva de emergência é a vinculada à Selic.

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“O importante é esse fundo de reserva ter como referência 100% do CDI, pois assim o dinheiro não perde poder de compra para a inflação”, detalha Souza.

A aplicação conta com uma taxa de custódia de 0,2% sobre o saldo total das aplicações acima de R$ 10 mil e taxa de administração que varia de uma instituição para outra. O título é tributado pelo IOF quando resgatado com menos de 30 dias e sobre os rendimentos é descontado o IR regressivo.

5. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) são opções complementares aos outros investimentos de reserva de emergência, pois têm um prazo mínimo para resgate de 90 dias. “Essas letras financeiras em conjunto com CDB podem otimizar a rentabilidade”, ressalta Edart.

Os dois produtos funcionam de forma semelhante ao CDB e também contam com a proteção do FGC, mas apresentam a vantagem de serem isentos de impostos.

Como economizar dinheiro?

O primeiro passo para conseguir fazer uma reserva de emergência é conseguir gastar menos do que ganha. “Guarde todo mês uma parte da sua receita e faça das retiradas um compromisso como se fosse uma despesa fixa”, orienta André Souza. Depois, é importante realizar um levantamento total das despesas mensais fixas necessárias para viver.

Com esse valor na ponta do lápis, é possível calcular o tamanho da reserva de emergência, que varia de acordo com a fonte de renda de cada um.

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No caso de funcionários públicos, é recomendável um recurso guardado para conseguir se manter durante quatro meses.

Para trabalhadores com carteira assinada, pelo menos seis meses. Para quem não tem uma renda constante todo mês, como empreendedores e profissionais liberais, o ideal é o equivalente de 6 meses a 12 meses dos gastos mensais.

 

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