Em discurso no Fórum de Vanguardia, o dirigente destacou que os riscos ao quadro inflacionário na região incluem a persistência na piora da capacidade de produção da economia e elevação duradoura dos preços energéticos, além de aumento de expectativas de inflação e dos salários. “No entanto, um enfraquecimento da demanda no médio prazo reduziria pressões inflacionárias”, pondera.
De Cos acrescentou o avanço salarial estão contidos e as atuais métricas expectativas de inflação são consistentes com o retorno da taxa à meta de 2%. Segundo ele, a inflação deve chegar a 8,0% no final deste ano, antes de cair a 6,4% em 2023 e a 1,9% em 2024, em um cenário de crise energética mais grave no bloco da moeda comum.