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Educação Financeira

O que é CRI e CRA? Veja como funcionam, vantagens e desvantagens

Entenda o que são CRI e CRA, investimentos que têm chamado a atenção por remuneração e isenção de tributos

Por E-Investidor

30/07/2022 | 8:00 Atualização: 29/07/2022 | 14:56

CRI e CRA  são títulos securitizados de renda fixa. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
CRI e CRA são títulos securitizados de renda fixa. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

O Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) e o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) têm chamado a atenção de investidores como uma boa opção para diversificar a carteira por meio de uma modalidade de longo prazo, segura e isenta da tributação de Imposto de Renda.

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Saiba o que são o CRI e CRA e para qual perfil de investidor eles são mais adequados.

O que são CRI e CRA?

CRIs e CRAs são títulos securitizados de renda fixa. A securitização é um mecanismo que cria liquidez por meio do agrupamento de dívidas contratuais e venda dos direitos creditórios a investidorese reduz o risco dos credores (empresas), já que divide a propriedade da obrigação das dívidas.

Quem compra os papéis está tomando o risco e assumindo a posição de credor. Assim, as empresas criam capital de giro e transferem o risco do balanço. Os investidores são, então, recompensados com uma taxa de retorno e juros.

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Na prática, a securitização é uma maneira de transformar créditos a receber em papéis que podem ser negociados e comprados por investidores.

No caso do CRI, uma construtora, por exemplo, pode empacotar os pagamentos futuros que os clientes farão ao longo de 10 anos, 20 anos ou 30 anos e vendê-los no mercado.

Para organizar esses processos, as securitizadoras compram as dívidas, emitem os CRIs e os disponibilizam para investidores. À medida que os recebíveis são quitados, os investidores vão sendo remunerados conforme o acordado na compra.

Efetivamente, CRIs e CRAs funcionam como qualquer outro investimento de renda fixa: os títulos são comprados e os proprietários recebem remunerações por manter o dinheiro aplicado. A diferença entre o CRI e o CRA está na origem dos recebíveis securitizados.

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Os CRIs são créditos ligados ao setor imobiliário, como financiamentos de imóveis e contratos de aluguéis de longo prazo. Já os CRAs têm origem em títulos ligados ao agronegócio, como empréstimos relacionados a produção, comercialização e industrialização de produtos, insumos ou máquinas agrícolas.

 

A indexação a índices econômicos pode aumentar a rentabilidade dos investimentos. (Fonte: Unsplash/Reprodução)

Rentabilidade do CRI e CRA

Os certificados recebíveis podem ter valores, prazos e remunerações distintas, por isso empresas securitizadoras uniformizam essa cesta, definindo riscos, taxas e fluxo de pagamento.

A taxa de rentabilidade do CRI e do CRA pode seguir três modelos, de forma similar a outros investimentos de longo prazo. A remuneração pode ser:

  • Prefixada — uma taxa de juros anual é definida no início do contrato, então o cliente pode estimar quanto receberá no vencimento do papel;
  • Pós-fixada — um indicador é definido como referência de remuneração; normalmente é utilizado Certificado de Depósito Interbancário (CDI), Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) ou Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), então o retorno é variável e desconhecido, ficando sujeito a flutuações do mercado;
  • Híbrida — os certificados híbridos combinam o rendimento definindo uma parte a uma taxa prefixada e outra sujeita à alteração de algum índice econômico.

Vantagens do CRI e CRA

Entre as principais vantagens do CRI e do CRA estão o fato de que eles podem remunerar melhor que o Tesouro Direto, ainda mantendo o baixo risco. Além disso, ambos são isentos do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e do Imposto de Renda (IR).

Os custos para investir em CRI e CRA são baixos. Algumas corretoras não cobram nem sequer taxa administrativa na realização do serviço. Outras podem cobrar uma porcentagem sobre o valor investido.

Desvantagens do CRI e CRA

Um dos pontos negativos dos CRIs é que eles não são cobertos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que é uma iniciativa de instituições financeiras para garantir pagamentos até determinado limite a investidores em casos em que as credoras não consigam cumprir os contratos.

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Portanto, quando as empresas que emitiram os títulos não conseguem honrar os compromissos financeiros ou decretem falência, a rentabilidade dos investidores fica comprometida.

Então, é importante analisar bem os investimentos antes de aplicar, bem como procurar corretores de confiança e com experiência.

Outra desvantagem dos certificados é serem considerados de baixa liquidez. Para garantir o pagamento inicial acordado, os investidores precisam manter os investimentos por longos períodos, que podem variar de 2 anos a mais de 15 anos. Assim, essa não é a melhor opção para quem não tem certeza de que pode manter o dinheiro “guardado”.

 

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